VÁRZEA GRANDE

DESTAQUE

O deputado Dilmar Dal Bosco: Antonio Joaquim usa TCE como “palanque eleitoral”

Publicado em

DESTAQUE

Da Redação

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), acusou o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Antônio Joaquim, de já se portar na condição de pré-candidato ao Governo em 2018.

Por ora e, em função do cargo que ocupa, Antônio Joaquim tem os mesmos impedimentos da Magistratura e só pode realizar qualquer movimentação partidária caso se descompatibilize do Tribunal, o que deve ocorrer ainda este ano.

Na visão de Dilmar, contudo, o conselheiro já está utilizando o TCE como “palanque eleitoral”.

O deputado insinuou, inclusive, que Antônio Joaquim poderia estar utilizando as dependências do Tribunal até para realizar reuniões políticas.

“Ele já fez várias reuniões, está fazendo reuniões praticamente políticas. Ele é presidente do Tribunal de Contas, no próprio Tribunal acho que ele já fez [reuniões]”, disse.

“O presidente participou de várias reuniões praticamente se colocando como pré-candidato. Em todas os momentos que fala ele se coloca [assim] ou determinados presidentes de partidos o convidam para ser pré-candidato ao Governo do Estado. Esta fazendo, sim, essa movimentação”, afirmou Dilmar.

Leia Também:  Conselheiros aprovam proposta de alteração de alíquota previdenciária para 14%

“Ações pessoais”

Para Dilmar, o presidente estaria ainda realizando ações pessoais no exercício do cargo de presidente.

Um dos exemplos seria o anúncio feito nesta semana por parte da instituição dando conta de ação contra o Executivo para ter acesso a informações sobre exportações do Estado.

“Ele quer aparecer, no meu ponto de vista. Não sei se é um consenso de todos os conselheiros realmente ou uma opinião pessoal dele. Pelo que dá pra entender, é praticamente uma posição pessoal dele”, concluiu o deputado.

Fonte: Midia News

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

DESTAQUE

Partiu hoje um amigo querido: José Arley Lopes

Amigos nunca partem: apenas se desligam temporariamente do nosso convívio…

Publicados

em

Imagine alguém sempre bem-humorado, dotado de perspicácia para perceber detalhes que passam ao largo da maioria das pessoas; imagine, na sequência, um sujeito com firme disposição solidária, como se cumprisse plantão permanente, zeloso pelo bem dos amigos e parentes…

Complementem tal busca imaginária ao visualizá-lo colocando apelidos marcantes naqueles com os quais interage cotidianamente. Acréscimo importante.

Mais ainda: transformem o improvável vivente em um ser humano excepcional, preocupado em ir à luta com o intuito de sobreviver dignamente. Imaginaram?

###

Pessoas assim existem, sim, por maior que sejam as dúvidas! E uma delas partiu hoje. Trata-se do meu companheiro de longos anos de convívio em Montes Claros-MG, José Arley Lopes.

Há anos, de forma intensiva, José Arley lutava contra um câncer impiedoso, doença originária da próstata.

Após se alastrar pelo corpo do amigo, o câncer conseguiu vencer a longa queda de braço travada entre a vida e a morte, levando Arley a descansar precocemente.

José Arley foi daqueles amigos inesquecíveis, apesar de décadas de desencontro físico. Mas nunca deixou de fazer parte das minhas lembranças dos tempos felizes de MOC. Tantas noites e dias divertidos!

Leia Também:  Incêndio na Serra da Petrovina já destruiu 4 mil hectares de vegetação

Parece que ainda o vejo andando sorridente pela Praça da Matriz, rumo à antiga casa de dona Ana Lopes. E já chamava os conhecidos por apelidos arquitetados ladinamente…

Tais apelidos – tema que já abordei no FACEBOOK – vão permanecer incólumes. O amigo José Arley possuía o dom de apelidar implacavelmente quem quer que fosse.

Incrível como conseguia escolher nomes improváveis, mas todos pegavam que nem cola bombástica, para desespero das vítimas. A relação é bem extensa em Montes Claros…

Também não escapei de ser apelidado: ao me encontrar nas ruas, antes mesmo do tradicional aperto de mãos, Arley ensaiava gestos de golpes de Kung Fu, alusão ao esporte de karatê que eu praticava na época, idos dos anos 70.

“Iôoo, Iáaa” – gritava alto. Daí, pra ser apelidado de “João Iô”, foi um pulo…

Meu pai também entrou na incessante roda de troca-nome: “Carlão Rapadura”. Meu irmão mais velho, José Antônio, passou a ser “Popotinha”.

Certos apelidos aos parentes eram comentados apenas às escondidas, em função do humor limitado das vítimas.

Enquadra-se nessa lista os saudosos Vicente e Moacir Lopes, tios de J.A, e também sisudas tias. Nem arrisco mencionar seus nomes…

Leia Também:  Antônio Oliveira volta a treinar o Cuiabá que tenta se reabilitar no Brasileirão

Alguns primos também penam com apelidos emplacados pelo amigo José Arley: é o caso dos irmãos Ricardo (“Jegaço”) e Vinícius Lopes (“Pela Jegue”).

Nem sei exatamente como, o próprio José Arley ganhou apelido estratosférico: “Zé Bucânia”. Suspeito que ele mesmo tenha se apelidado…

José Arley ainda protagonizou passeios memoráveis no Pentáurea Clube, igualmente garantindo almoço grátis no clube campestre e outras mordomias.

Para tanto, fez amizade com garçons e dirigentes do balneário. Até hoje tenho saudades daquela comida deliciosa…

###

Enfim, é mais um companheiro que parte, e confesso ser difícil me conformar com isso. Só desejo que continue [no plano celestial] a encantar os novos amigos com seu jeitão irônico e tão simpático: não tenho dúvidas de que o Paraíso é sua próxima parada!

Quanto à Praça Doutor Chaves, a popular Praça da Matriz, por onde José Arley andava costumeiramente, ganhou, a partir de hoje, mais um anjo de luz a perambular pelas suas alamedas…

João Carlos de Queiroz, jornalista

 

 

 

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA