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Animais em Circus

Vereador Wender Madureira critica projeto que permite animais em circos e chama proposta de retrocesso em MT

Parlamentar de Várzea Grande, conhecido pela defesa da causa animal, faz apelo contra substitutivo apresentado pelo deputado Gilberto Cattani

Publicado em

Política

Crédito:Wickcommus.png

O vereador por Várzea Grande Wender Madureira manifestou forte indignação contra o substitutivo ao Projeto de Lei nº 1529/2024, que trata do uso de animais em circos em Mato Grosso. Reconhecido como um dos principais defensores da causa animal no estado, ele classificou a proposta como um retrocesso e pediu que os deputados estaduais rejeitem o texto.

O projeto original, de autoria do deputado Diego Guimarães (Republicanos), prevê a proibição do uso de animais em espetáculos circenses em todo o estado. No entanto, o substitutivo apresentado pelo deputado Gilberto Cattani (PL) altera a proposta e passa a permitir a utilização de animais, desde que sejam respeitadas normas de bem-estar e não haja maus-tratos.

Ao criticar a mudança, Wender Madureira afirmou que a medida ignora a realidade enfrentada pelos animais em circos. Segundo ele, esses animais vivem sob estresse constante, submetidos a confinamento, transporte frequente e restrição de comportamentos naturais.

O vereador também alertou para possíveis riscos à população, destacando que animais de grande porte, como leões e elefantes, podem representar perigo em situações de fuga ou descontrole.

Madureira ressaltou ainda que o uso de animais em circos já é proibido em diversos estados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, evidenciando um avanço nas políticas de proteção animal. Apesar disso, não há uma legislação federal que proíba a prática em todo o país, ficando a decisão a cargo dos estados e municípios.

“Não podemos permitir que Mato Grosso retroceda. Os animais não podem ser tratados como entretenimento”, declarou Wender.

O parlamentar, que atua em ações de combate aos maus-tratos e proteção animal, reforçou o apelo aos deputados estaduais para que rejeitem o substitutivo e mantenham o avanço das políticas de bem-estar animal em Mato Grosso.

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Max Russi defende direitos e piso salarial para 7 mil professores de creches

Com isso, a categoria passa a ter direito ao piso salarial nacional, plano de carreira e aposentadoria especial.

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Crédito: Anny Gondim – Assessora de Imprensa

O deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, reforçou nesta terça-feira (28), Dia Nacional da Educação, a articulação para garantir direitos a cerca de 7 mil profissionais que atuam em creches e pré-escolas no estado.

A iniciativa é conduzida por meio da Câmara Setorial Temática (CST) “Cuidar e Educar” e busca assegurar o reconhecimento desses trabalhadores como professores, conforme estabelece a Lei Federal nº 15.326/2026. A legislação define que profissionais que atuam diretamente em sala de aula com crianças de 0 a 5 anos devem ser enquadrados como docentes.

Com isso, a categoria passa a ter direito ao piso salarial nacional, plano de carreira e aposentadoria especial.

Segundo Russi, a proposta corrige uma distorção histórica. “Para haver educação de qualidade, é essencial valorizar o educador. Muitos profissionais ficaram por décadas sem reconhecimento devido a falhas na legislação”, destacou.

Historicamente vinculadas à assistência social, as creches acabaram gerando uma diversidade de nomenclaturas para os cargos  mais de 150 em todo o país  o que dificultou o acesso desses profissionais aos direitos da carreira docente.

Apoio técnico aos municípios

Instalada em março, a CST já atende 28 municípios de Mato Grosso, oferecendo suporte técnico para adequação das legislações locais. O trabalho inclui levantamento das normas vigentes e de mudanças que não comprometam os regimes previdenciários.

De acordo com o presidente da Câmara Temática, Sargento Joelson, a experiência de Cuiabá, onde os profissionais foram reenquadrados em janeiro serve como modelo. “Queremos mostrar que essa medida não representa gasto, mas investimento. Estamos construindo soluções específicas para cada município, garantindo dignidade aos educadores”, afirmou.

A meta, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), é ampliar o alcance da iniciativa nos próximos meses, assegurando que o reconhecimento como professor venha acompanhado de todos os direitos da carreira.

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