Diretor diz que Câmara está sem sistema de votação e não pode realizar sessão extraordinária
Conforme o diretor legislativo da Casa, Paulo Conceição, questões técnicas impedem que a sessão seja realizada

O pedido para realização de uma sessão extraordinária durante o recesso parlamentar, a Câmara Municipal de Várzea Grande foi negado. O requerimento foi apresentado por 14 vereadores, e visava votar o projeto de lei que altera de 5% para 20% o limite para remanejamento orçamentário e abertura de créditos adicionais do município.
Conforme o diretor legislativo da Casa, Paulo Conceição, questões técnicas impedem que a sessão seja realizada. Ele explica que o Legislativo está em processo de implantação de um novo sistema eletrônico de tramitação e votação das matérias legislativas.
“No dia 30 de junho foi realizada a última sessão, e tínhamos o sistema, que não está mais em operação. Pela vantajosidade estamos com outro sistema que é ligado ao Senado, à Câmara Federal, e pegamos esses 30 dias de recesso para fazer a implantação. Então estamos na fase de implantação”, afirma o diretor legislativo.
Ele diz ainda que o módulo responsável pela inclusão dos projetos na pauta de votação ainda não foi concluído, e que os equipamentos como notebooks e televisão pertencia à empresa responsável pelo antigo sistema, e por isso não estão mais disponíveis.
“Então venceu o contrato, não renovamos, estamos com outro sistema, eles tiraram tudo. Hoje ficou inviável do jeito que está ter uma sessão, pelo fato de não ter equipamentos para a votação. O plenário está lá só com as mesas e o microfone. Mas não temos equipamentos para votação”, explicou Paulo Conceição.
O diretor, porém, garantiu que tudo estará pronto para a retomada dos trabalhos no próximo dia 4 de agosto.


