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Wellington acompanha pesquisa inovadora para ampliar tratamento do pé diabético no SUS

Wellington conheceu a estrutura do centro, analisou os procedimentos adotados e acompanhou a apresentação de imagens que demonstram a evolução dos casos em tratamento

Por Valdemar Félix 27/07/2026 às 11:00 3 min de leitura

Com o compromisso de buscar soluções inovadoras para fortalecer a saúde pública de Mato Grosso, o candidato ao Governo do estado, Wellington Fagundes (PL), realizou uma visita técnica a um centro especializado em São Paulo para acompanhar os avanços de uma pesquisa sobre o uso da oxigenoterapia hiperbárica no tratamento do pé diabético.

O objetivo foi conhecer de perto os resultados iniciais do estudo, que avalia a associação da oxigenoterapia hiperbárica com curativos especializados no tratamento de feridas complexas, além de discutir formas de ampliar a iniciativa para Mato Grosso, aproximando o estado da produção científica e da inovação em saúde.

A apresentação foi conduzida pelo médico Ivan Silva Marinho, especialista em Medicina Hiperbárica, que detalhou os protocolos utilizados, a metodologia da pesquisa e a evolução clínica dos primeiros pacientes acompanhados.

Wellington conheceu a estrutura do centro, analisou os procedimentos adotados e acompanhou a apresentação de imagens que demonstram a evolução dos casos em tratamento.

A pesquisa é desenvolvida em parceria com a Sociedade Médica de Oxigenoterapia Hiperbárica e, nesta fase inicial, conta com 12 participantes. Os pacientes são distribuídos aleatoriamente entre grupos que recebem curativos especializados ou a associação desses curativos com sessões de oxigenoterapia hiperbárica, permitindo a comparação científica dos resultados.

Durante a visita, foram apresentados casos de pacientes que registraram evolução significativa na cicatrização antes mesmo da conclusão das 30 sessões previstas. Em um dos casos, a recuperação da área afetada já permitia avaliar a realização de enxerto de pele. Em outro, a melhora da lesão favoreceu a continuidade do tratamento.

Embora os resultados ainda sejam preliminares e dependam da ampliação da amostra e da conclusão da análise científica, os avanços observados reforçam o potencial da pesquisa para contribuir com novos protocolos de atendimento.

Durante o encontro, Wellington Fagundes também discutiu a possibilidade de expandir o estudo para outras regiões do país, incluindo Mato Grosso. Entre as propostas está a implantação de um ambulatório vinculado a uma instituição de ensino, permitindo que pacientes mato-grossenses tenham acesso ao acompanhamento especializado, fortalecendo a formação de profissionais e inserindo o estado em pesquisas de alcance nacional.

“O nosso compromisso é fazer de Mato Grosso um estado que ofereça atendimento de qualidade e esteja conectado com o que existe de mais moderno na medicina. Precisamos aproximar a pesquisa da população, ampliar o acesso às novas tecnologias e garantir que os pacientes tenham oportunidades de tratamento antes que a doença evolua para casos mais graves”, destacou o candidato.

O pé diabético é uma das complicações mais graves da doença e pode provocar infecções, perda de tecidos e amputações quando não há diagnóstico e tratamento precoces. A expectativa é que estudos como esse contribuam para aperfeiçoar os protocolos clínicos, ampliar o acesso ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde e reduzir o número de amputações e suas consequências para milhares de pacientes.

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