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Saúde e regulação

Anvisa avança em regras para canetas emagrecedoras

Agência discute norma para controle de medicamentos como semaglutida e mira combate ao mercado ilegal

Publicado em

Saúde

Crédito: Unsplash/Reprodução

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve discutir, no próximo dia 29, uma proposta de instrução normativa voltada à manipulação dos chamados medicamentos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”.

A medida faz parte de um plano de ação anunciado pela agência no último dia 6, que reúne estratégias regulatórias e de fiscalização para esse tipo de produto.

O que muda

A proposta estabelece critérios técnicos para diferentes etapas da cadeia desses medicamentos, incluindo:

  • importação de insumos
  • qualificação de fornecedores
  • controle de qualidade
  • testes de estabilidade
  • armazenamento e transporte

As regras se aplicam aos chamados Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs), base para a produção dos medicamentos.

Por que agora

A popularização das canetas emagrecedoras, com substâncias como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, ampliou também o mercado ilegal. Atualmente, esses medicamentos só podem ser vendidos com retenção de receita médica. Mesmo assim, versões manipuladas e não autorizadas têm circulado.

Riscos e fiscalização

Segundo a Anvisa, o uso irregular desses produtos pode trazer riscos à saúde. Por isso, a agência vem intensificando ações para conter a comercialização ilegal. A minuta da nova norma já está disponível para consulta pública no site da agência.
*Com informações de Agência Brasil

*Sob supervisão de Gene Lanes

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Saúde

SES garante funcionamento do SAMU e reforça integração com Bombeiros em MT

Serviço segue ativo no Estado, com redução no tempo de resposta e ampliação da cobertura após integração com o Corpo de Bombeiros.

Publicados

em

Crédito - Secom-MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reforçou que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) segue ativo e não será interrompido em Mato Grosso. Considerado essencial, o serviço continua operando normalmente, de forma integrada ao Corpo de Bombeiros Militar.

A atuação conjunta entre as duas instituições, firmada em junho de 2025, ampliou a capacidade de resposta no atendimento pré-hospitalar em todo o Estado. Desde então, o tempo de resposta às ocorrências foi reduzido em 36%, enquanto o número de atendimentos cresceu 30%. A cobertura na Baixada Cuiabana também dobrou.

A integração garante mais agilidade no socorro às vítimas, especialmente em situações como acidentes de trânsito, emergências clínicas e resgates.

“O SAMU permanece como um dos pilares do atendimento de urgência e emergência em Mato Grosso. A integração com o Corpo de Bombeiros vem para somar esforços e garantir um serviço ainda mais eficiente à população”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Com a cooperação, o SAMU passou a integrar o Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp). As ligações para os números 192 e 193 são direcionadas a uma central unificada, que aciona a ambulância mais próxima, otimizando o atendimento.

Atualmente, a SES administra diretamente o serviço na Baixada Cuiabana, atendendo Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e Poconé. Já nas demais regiões, 20 unidades do SAMU são geridas pelos próprios municípios.

A Secretaria destacou ainda que não há qualquer previsão de encerramento do serviço. Pelo contrário, o Estado tem investido na qualificação do atendimento, com renovação da frota, capacitação de profissionais, melhoria na regulação e implantação de novos serviços municipais com apoio financeiro estadual.

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