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Justiça suspende despejo em Cuiabá após ação parlementar
Em manifestação pública, Max Russi afirmou que a decisão traz alívio às famílias atingidas
A Justiça determinou a suspensão da desocupação de 656 famílias que vivem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, localizados na região do Porto, em Cuiabá. A medida foi tomada após atuação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), que apresentou pedido formal à Corregedoria-Geral da Justiça.
A decisão foi recomendada nesta sexta-feira (17) pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, ao juiz Márcio Aparecido Guedes, da 1ª Vara Cível da Capital. No despacho, foi determinado que qualquer medida de desocupação coletiva fique suspensa até a conclusão da análise técnica e social do caso.
O processo também foi encaminhado à Comissão Regional de Soluções Fundiárias, responsável por avaliar situações de conflito fundiário com grande impacto social e propor alternativas à reintegração de posse.
A determinação judicial segue orientações do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que recomendam a adoção de procedimentos humanizados em casos de despejos coletivos, com foco na proteção de famílias em situação de vulnerabilidade.
Cronologia da decisão
- Manhã do dia 17 de abril: o deputado Max Russi aciona a procuradoria da ALMT e formaliza pedido de intervenção junto à Corregedoria-Geral da Justiça para suspensão do despejo.
- Durante o dia 17 de abril: o pedido é analisado pela Corregedoria e encaminhado ao Judiciário.
- Tarde de 17 de abril: o corregedor-geral da Justiça recomenda a suspensão da desocupação ao juiz responsável pelo caso.
- Após a decisão: o processo é enviado à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para avaliação técnica e social das famílias envolvidas.
Em manifestação pública, Max Russi afirmou que a decisão traz alívio às famílias atingidas. “Entramos logo cedo com a nossa procuradoria e o pedido foi acolhido. É uma decisão que traz tranquilidade para quem estava vivendo momentos de angústia”, disse.
Com a suspensão, o caso seguirá em análise, incluindo levantamento socioeconômico das famílias e articulação entre órgãos públicos para buscar alternativas habitacionais antes de qualquer nova deliberação judicial.
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