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Vírus Sincicial Respiratório

Cuiabá amplia vacinação contra VSR para gestantes e reforça prevenção em bebês

Vacina contra vírus respiratório já está disponível nas unidades de saúde e ajuda a prevenir bronquiolite em bebês

Publicado em

Saúde

Crédito: SECOM/VG

A Prefeitura de Cuiabá intensificou as ações contra doenças respiratórias e ampliou a vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório. O imunizante já está disponível nas 72 Unidades de Saúde da Família do município.

Risco para bebês

O VSR é uma das principais causas de infecções respiratórias graves em crianças pequenas. Ele está diretamente ligado a doenças como bronquiolite e pneumonia. A bronquiolite, por exemplo, é uma das principais causas de internação em bebês de até seis meses.

Aumento de casos

Em Cuiabá, houve crescimento nos atendimentos por síndromes respiratórias, especialmente em crianças. Entre os sintomas mais comuns:

  • Febre
  • Tosse persistente
  • Coriza e congestão nasal
  • Dificuldade para respirar
  • Chiado no peito

A vacina é indicada exclusivamente para gestantes, a partir de 28 semanas de gravidez, dose única. A imunização protege o bebê ainda na gestação, por meio da transferência de anticorpos.

Onde se vacinar

A aplicação é feita nas Unidades de Saúde da Família, preferencialmente onde a gestante faz o pré-natal. Para receber a dose, é necessário apresentar:

  • Documento pessoal
  • Cartão do SUS
  • Cartão da gestante

Atendimento

A vacinação ocorre de segunda a sexta-feira, conforme o horário de cada unidade.

*Sob supervisão de Gene Lanes

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Saúde

MT Hemocentro é referência no tratamento de hemofilia e acompanha 254 pacientes em MT

Unidade pública em Cuiabá oferece atendimento multidisciplinar e reforça importância do diagnóstico precoce no Dia Mundial da Hemofilia

Publicados

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O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso e referência estadual no tratamento da hemofilia, acompanha atualmente 254 pacientes diagnosticados com a doença. O atendimento é realizado na sede da instituição, em Cuiabá, com suporte especializado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Neste 17 de abril, Dia Mundial da Hemofilia, a unidade reforça a importância da conscientização sobre a doença, do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo para garantir qualidade de vida aos pacientes.

Atendimento especializado e multidisciplinar

O Hemocentro conta com uma estrutura voltada ao cuidado integral dos pacientes, reunindo consultas, exames e tratamento em um único local. O modelo evita deslocamentos desnecessários e assegura maior eficiência no acompanhamento clínico.

A equipe é composta por 38 servidores e reúne diferentes especialidades, como hematologia, cardiologia, ortopedia, clínica geral, medicina da dor, enfermagem, psicologia, serviço social, fisioterapia e nutrição, garantindo uma abordagem completa e humanizada.

Histórias de acolhimento e superação

Famílias atendidas pela unidade relatam que o suporte recebido foi fundamental após o diagnóstico. Em um dos casos, a mãe de uma criança de 7 anos com hemofilia A conta que a descoberta ocorreu ainda na primeira infância, após a identificação de hematomas frequentes.

O acompanhamento no MT Hemocentro, segundo ela, foi decisivo para o entendimento da doença e para a adaptação da rotina, permitindo que a criança leve uma vida ativa, com práticas como andar de bicicleta e brincar com segurança.

Outro relato destaca o atendimento a dois irmãos, de 9 e 5 anos, também diagnosticados com hemofilia A. A familiar afirma que o acolhimento da equipe e a disponibilidade para esclarecimento de dúvidas foram essenciais desde o início do tratamento.

Doença genética exige atenção contínua

A hemofilia é uma doença genética, hereditária e sem cura, ligada ao cromossomo X. Ela se divide em dois tipos principais: hemofilia A, causada pela deficiência do fator VIII, e hemofilia B, pela deficiência do fator IX.

A condição afeta a coagulação do sangue, fazendo com que sangramentos sejam mais intensos e prolongados, mesmo após pequenos traumas. Em casos mais graves, podem ocorrer complicações nas articulações, especialmente em joelhos, tornozelos e cotovelos.

O diagnóstico costuma ocorrer nos primeiros anos de vida, principalmente em meninos, a partir da observação de sinais como hematomas frequentes, sangramentos excessivos, dor e limitação de movimentos.

Importância do diagnóstico precoce

Profissionais de saúde reforçam que a identificação precoce é essencial para o início do tratamento adequado e para a redução de complicações ao longo da vida. O acompanhamento especializado permite maior controle da doença e mais qualidade de vida aos pacientes.

No Dia Mundial da Hemofilia, o MT Hemocentro destaca seu papel como referência no Estado e reforça a importância da informação, do acolhimento e do acesso contínuo ao tratamento especializado no SUS.

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