Baixinha declara apoio à Ilde Taques na disputa pela presidência da Câmara
Segundo Baixinha, a decisão não foi motivada por rompimento pessoal, conveniência política ou mudança de princípios, mas por uma avaliação das articulações realizadas ao longo dos últimos meses

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) rompeu com Dilemário Alencar (União) e declarou apoio ao vereador Ilde Taques (Podemos) na disputa pela presidência da Câmara de Cuiabá.
Segundo Baixinha, a decisão não foi motivada por rompimento pessoal, conveniência política ou mudança de princípios, mas por uma avaliação das articulações realizadas ao longo dos últimos meses.
Além de Baixinha, Ilde conta com o apoio de Daniel Monteiro (Republicanos), Alex Rodrigues (PV), Adevair Cabral (Solidariedade), Dídimo Vovô (PSB), Sargento Joelson (Podemos), Chico 2000 (sem partido), Jeferson Siqueira (PSD), Dra. Mara (Podemos), Michelly Alencar (União), Katiuscia Manteli (Podemos), Maria Avalone (PSDB), Maysa Leão (Republicanos) e Eduardo Magalhães (Republicanos).
Baixinha faz questão de destacar que permaneceu ao lado de Dilemário durante todo o período em que ele esteve na disputa. A vereadora afirma que sua posição foi sustentada pela experiência do parlamentar, que possui 16 anos de atuação na Câmara Municipal de Cuiabá, e pela avaliação de que ele poderia realizar um trabalho relevante à frente do Legislativo.
“Eu fui leal ao Dilemário durante todo esse período. Estive ao lado dele porque acredito na experiência que ele acumulou em 16 anos de Câmara.”
A mudança de posicionamento, segundo ela, não apaga a relação pessoal construída entre os dois. Segundo ela, o posicionamento levou em conta as articulações feitas nos últimos meses e, principalmente, a confiança construída nas conversas para formação da próxima Mesa Diretora.
“Política sem palavra perde o sentido. Entrei nessa discussão acreditando em uma palavra que foi dada. Eu acreditei nisso. Só que esse compromisso não se confirmou. E, para mim, política sem palavra perde o sentido”, afirmou.
Baixinha afirmou que o apoio não é uma “obrigação de apoio permanente” e que seguirá atuando de forma independente da presidência da Câmara e que continuará fiscalizando a prefeitura e qualquer autoridade pública que for necessário.


