votou em rondonópolis

Wellington diz estar “extremamente confiante” e defende Estado de oportunidades

Fagundes também manifestou apoio às candidaturas de José Medeiros (PL) e Janaína Riva (MDB) ao Senado

Por Valdemar Félix 04/10/2026 às 12:08 2 min de leitura

O candidato ao Governo de Mato Grosso, senador Wellington Fagundes (PL), votou na manhã deste domingo (4), na Escola Estadual Adolfo Augusto de Moraes, em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá).

Ele afirmou estar “extremamente confiante” no resultado das eleições e defendeu que a riqueza do Estado não fique concentrada nas mãos de poucos. A declaração foi dada após exercer o direito ao voto.

“Espero que Mato Grosso seja um Estado de oportunidades para todos. A riqueza não pode ficar restrita a poucos. O mais humilde, aquele que mais precisa, precisa da mão do Estado”, afirmou.

Durante a entrevista, Wellington agradeceu familiares, apoiadores e profissionais de imprensa que acompanharam a campanha e classificou a trajetória até a votação como uma experiência marcada pela participação democrática.

Wellington disse esperar que o resultado das eleições contribua para ampliar a justiça social no Estado e no País. Segundo ele, após uma campanha marcada por críticas e embates entre os candidatos, o momento agora é de aguardar a decisão dos eleitores.

“Críticas foram feitas durante a campanha. Agora é dia de eleição, dia de agradecer. O resultado das urnas será soberano, é a vontade popular, que não se deve contestar”, disse.

Fagundes também manifestou apoio às candidaturas de José Medeiros (PL) e Janaína Riva (MDB) ao Senado. Durante a entrevista, defendeu Jair Bolsonaro, que classificou como injustiçado, e afirmou que sua presença tornaria a disputa mais democrática.

O candidato evitou fazer projeções sobre o resultado e disse que qualquer avaliação deverá ocorrer somente após a apuração. “Os resultados das urnas, esse sim, serão soberanos da vontade popular. E a vontade popular não se deve contestar.”

“Falo aqui também em nome do presidente Bolsonaro. Tenho uma militância de 40 anos, filiado ao PL, e sempre lutei pelo crescimento do partido. Com a vinda de Bolsonaro, tornou-se o maior partido do Brasil. Sempre disse que essas eleições seriam mais democráticas com a presença do presidente Bolsonaro, que foi injustiçado”, afirmou.

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