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Wanderley denuncia ameaças de morte e diz estar sendo seguido por carro com placa fria

O vereador associou a preocupação a uma sequência de episódios iniciada após receber uma ligação anônima sobre um suposto acesso aos sistemas da Câmara para obtenção de documentos e montagem de um dossiê contra ele

Por Valdemar Félix 04/09/2026 às 13:41 2 min de leitura

O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira, afirmou ter procurado a polícia após perceber que estaria sendo seguido por um veículo e, segundo ele, estar recebendo informações de que estaria sendo ameaçado de morte.

O vereador associou a preocupação a uma sequência de episódios iniciada após receber uma ligação anônima sobre um suposto acesso aos sistemas da Câmara para obtenção de documentos e montagem de um dossiê contra ele.

O parlamentar, inclusive, disse ter registrado boletim de ocorrência e comunicado a situação à polícia. Visivelmente preocupado com a segurança da família, disse que a esposa chegou a evitar sair de casa diante do temor provocado pelos episódios relatados.

“Minha mulher não está nem saindo de casa. Tem um carro que eu não sei quem que é que estava me seguindo. Eu não sei se é bandido, se quer me matar, se quer me roubar, eu não sei. Eu quero que seja a polícia investigando, porque eu não tenho nada para esconder de ninguém”, declarou, durante entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (04), na sede da Câmara.

Wanderley afirmou que pessoas próximas já o alertaram sobre as supostas ameaças, mas disse que ainda aguarda informações mais concretas sobre quem estaria por trás delas. Wanderley também questionou a origem do suposto dossiê citado na ligação, destacando que teria sido informado de que o material já teria sido encaminhado a órgãos de investigação, mas disse desconhecer quem teria feito eventual denúncia e qual seria o conteúdo do documento.

“Falaram que esse dossiê meu já foi denunciado nos órgãos. Não sei de onde denunciaram”, afirmou.

Wanderley afirmou ainda que sua equipe de segurança fotografou o carro e registrou a placa que estaria lhe perseguindo. Ele disse ter procurado integrantes da Polícia e que teria sido informado de que a identificação utilizada pelo veículo era falsa. O presidente disse não saber quem estava no automóvel nem a razão da suposta perseguição.

Ele reforçou que, diante das informações que recebeu, preferiu formalizar o caso e deixar que as autoridades esclareçam o que de fato ocorreu.

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