Ocorrência Policial

Sob tortura, casal foi obrigado a fazer transferências para contas de criminosos em Guatá

Além das agressões, o casal também teria sido ameaçado e intimidado com armas de fogo

Por Eder Pereira 27/06/2026 às 14:30 4 min de leitura

Um casal de comerciantes mantido em cárcere privado no distrito de Guatá, em Colniza, foi torturado e forçado a realizar diversas transferências bancárias para contas de terceiros durante a ação criminosa. As informações foram confirmadas pelo comandante do Bope, tenente-coronel Hugo Roberto Silva Reis, após a operação que terminou com dois suspeitos mortos e um terceiro foragido na quinta-feira (25).

Segundo o comandante, os criminosos agiram para obter vantagens financeiras e tentaram dificultar o rastreamento dos valores desviados.

“Esses três criminosos bateram nessas vítimas no intuito de obter vantagens financeiras. Então, ali foram feitos vários depósitos, transferências bancárias para diversas contas, na intenção de dificultar o rastreamento desses recursos que foram tirados da conta das pessoas”, afirmou.

Além das agressões, o casal também teria sido ameaçado e intimidado com armas de fogo durante o período em que permaneceu sob poder dos suspeitos.

O valor total levado pelos criminosos ainda está sendo apurado.

De acordo com Hugo Reis, inicialmente a ocorrência chegou às forças de segurança como uma possível crise com seis reféns, o que motivou o deslocamento de equipes do Bope em aeronaves do Ciopaer até Guatá. No entanto, quando os policiais chegaram ao local, as vítimas já haviam sido libertadas.

No dia seguinte, o casal, que havia deixado a região por medo de novas represálias, foi localizado pelas equipes.

A identificação dos suspeitos ocorreu após análise das imagens do circuito interno do comércio das vítimas, com apoio da inteligência do Comando Regional 8 (CR-8), da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Bope.

As diligências levaram os agentes até o esconderijo do trio na quinta-feira (25). Conforme o comandante, os suspeitos estavam com as mesmas armas usadas no crime e reagiram durante a abordagem.

“A equipe me relatou que eles estavam armados com as mesmas armas que estavam no dia dos fatos e que, com essas armas, esboçaram reação à abordagem policial”, disse.

Dois suspeitos morreram no confronto. O terceiro conseguiu fugir e continua sendo procurado.

Conforme relatos colhidos pela polícia, os três envolvidos seriam moradores da região de Guatá e teriam ligação com uma facção criminosa.

Sob tortura, casal foi obrigado a fazer transferências para contas de criminosos em Guatá

Um casal de comerciantes mantido em cárcere privado no distrito de Guatá, em Colniza, foi torturado e forçado a realizar diversas transferências bancárias para contas de terceiros durante a ação criminosa. As informações foram confirmadas pelo comandante do Bope, tenente-coronel Hugo Roberto Silva Reis, após a operação que terminou com dois suspeitos mortos e um terceiro foragido na quinta-feira (25).

Segundo o comandante, os criminosos agiram para obter vantagens financeiras e tentaram dificultar o rastreamento dos valores desviados.

“Esses três criminosos bateram nessas vítimas no intuito de obter vantagens financeiras. Então, ali foram feitos vários depósitos, transferências bancárias para diversas contas, na intenção de dificultar o rastreamento desses recursos que foram tirados da conta das pessoas”, afirmou.

Além das agressões, o casal também teria sido ameaçado e intimidado com armas de fogo durante o período em que permaneceu sob poder dos suspeitos.

O valor total levado pelos criminosos ainda está sendo apurado.

De acordo com Hugo Reis, inicialmente a ocorrência chegou às forças de segurança como uma possível crise com seis reféns, o que motivou o deslocamento de equipes do Bope em aeronaves do Ciopaer até Guatá. No entanto, quando os policiais chegaram ao local, as vítimas já haviam sido libertadas.

No dia seguinte, o casal, que havia deixado a região por medo de novas represálias, foi localizado pelas equipes.

A identificação dos suspeitos ocorreu após análise das imagens do circuito interno do comércio das vítimas, com apoio da inteligência do Comando Regional 8 (CR-8), da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Bope.

As diligências levaram os agentes até o esconderijo do trio na quinta-feira (25). Conforme o comandante, os suspeitos estavam com as mesmas armas usadas no crime e reagiram durante a abordagem.

“A equipe me relatou que eles estavam armados com as mesmas armas que estavam no dia dos fatos e que, com essas armas, esboçaram reação à abordagem policial”, disse.

Dois suspeitos morreram no confronto. O terceiro conseguiu fugir e continua sendo procurado.

Conforme relatos colhidos pela polícia, os três envolvidos seriam moradores da região de Guatá e teriam ligação com uma facção criminosa.

Leia Também

Deixe seu comentário