Natasha apresenta sete frentes do cuidado para transformar a riqueza de MT em qualidade de vida
Plano de Governo reúne propostas para fazer a prosperidade do Estado chegar à vida das pessoas

Transformar a riqueza de Mato Grosso em qualidade de vida, serviços públicos eficientes e oportunidades para quem vive nos 142 municípios. Essa é a premissa do plano de governo apresentado pela candidata ao Governo do Estado, Dra. Natasha Slhessarenko, estruturado em sete eixos denominado Frentes do Cuidado.
O documento parte de um diagnóstico central: apesar da força econômica e da liderança de Mato Grosso na produção agropecuária, essa prosperidade ainda não se traduz, na mesma proporção, em serviços públicos de qualidade e melhoria de vida para toda a população. A proposta de Natasha é colocar as pessoas no centro das decisões do governo sem deixar de fortalecer quem produz, empreende e gera empregos.
“Como médica, eu ajudo uma vida de cada vez. Na política, nós podemos transformar a realidade de um estado inteiro. Mato Grosso produz muito, arrecada muito e tem todas as condições para oferecer uma vida melhor à sua população. Precisamos fazer essa riqueza chegar às pessoas”, afirma Natasha.
Médica há 35 anos, dos quais 23 anos no Centro de Saúde do Grande Terceiro, em Cuiabá, Natasha leva para o plano a experiência de quem acompanha de perto as dificuldades enfrentadas pela população no acesso aos serviços públicos. O cuidado, segundo ela, deixa de ser apenas um conceito e passa a orientar as prioridades da gestão.
As sete frentes são Cuidado que forma gente; Cuidado que salva vidas; Cuidado que protege; Cuidado que empodera; Cuidado que transforma; Cuidado que desenvolve; e Cuidado com responsabilidade.
Na educação, reunida na frente Cuidado que forma gente, estão propostas para alfabetização na idade certa, valorização dos profissionais da educação, ampliação da oferta de creches, modernização das escolas e fortalecimento da educação profissional.
Na saúde, Cuidado que salva vidas, uma das prioridades é enfrentar a demora no acesso a consultas, exames e cirurgias. O plano prevê fila única estadual, pública e auditável, mutirões regionais, expansão da telessaúde e fortalecimento da atenção especializada e dos hospitais do interior.
A proteção da população aparece em Cuidado que protege, com integração das forças de segurança, recomposição dos efetivos, fortalecimento da Politec, inteligência nas regiões de fronteira e valorização dos profissionais da área.
As mulheres ganham uma frente específica, Cuidado que empodera, que prevê a criação da Secretaria de Estado da Mulher, com orçamento próprio, além da ampliação da rede de atendimento às vítimas de violência e de políticas voltadas à saúde e à autonomia econômica feminina.
Infraestrutura, saneamento, habitação, logística, mobilidade e energia integram o Cuidado que transforma, enquanto o Cuidado que desenvolve reúne medidas para melhorar o ambiente de negócios, apoiar o agronegócio e a agricultura familiar, estimular a industrialização, atrair investimentos e conciliar crescimento econômico e proteção ambiental.
A sétima frente, Cuidado com responsabilidade, trata da gestão pública, responsabilidade fiscal, transparência e governo digital, com foco na eficiência dos gastos e na possibilidade de a população acompanhar metas, resultados e aplicação dos recursos públicos.
Para Natasha, desenvolvimento econômico e justiça social não são caminhos opostos. O plano prevê um governo que facilite a vida de pequenas, médias e grandes empresas, reduza burocracias e dê previsibilidade a quem investe, ao mesmo tempo em que amplie a capacidade do Estado de entregar serviços públicos.
“Cuidar de quem mais precisa não significa virar as costas para quem produz e gera emprego. Pequenas, médias e grandes empresas são fundamentais para Mato Grosso e precisam de um governo que facilite, em vez de atrapalhar. O que não podemos aceitar é um Estado cada vez mais rico nos indicadores econômicos sem que essa prosperidade seja percebida na vida das famílias”, destaca.
O plano também propõe aproximar o governo dos municípios e considerar as diferentes realidades regionais de Mato Grosso, estabelecendo prioridades e metas que possam ser acompanhadas pela população.
“Mato Grosso tem uma dívida com a sua gente. Queremos um Estado onde uma mãe não precise implorar por tratamento para o filho, onde uma mulher não tenha medo de voltar para casa, onde uma criança seja alfabetizada de verdade e na idade certa e onde a riqueza da soja, do algodão e do boi se transforme em futuro e cuidado para a nossa gente. Cuidar não é favor. É obrigação de um Estado que arrecada e precisa prestar contas à população”, conclui Natasha.


