Justiça cobra quase R$ 280 mil do Operário e ameaça bloquear contas do clube de Várzea Grande
Eliminação na Série D expõe rombo financeiro, cobrança da Fazenda Nacional e ausência total de elenco para a sequência do ano

Sem comando diretivo, sem jogadores em campo e com a ameaça iminente de ter suas contas bancárias bloqueadas pela Justiça, o tradicional Operário Várzea-grandense (Chicote da Fronteira) mergulhou na pior crise institucional de sua história recente.
A derrocada ganhou força após a queda precoce na Série D do Brasileirão, deixando o clube totalmente paralisado e sem respostas para a comunidade local sobre como pretende honrar seus compromissos ou sequer entrar em campo nas próximas competições.
A crise
O presidente Wendell Rodrigues renunciou ao cargo, deixando o clube oficialmente sem liderança para gerir a crise. A equipe foi completamente desfeita após a eliminação no campeonato nacional, hoje, o clube não possui jogadores contratados nem comissão técnica.
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) cobra R$ 277.504,79 em dívidas ativas acumuladas em sete processos entre 2023 e 2026. O processo judicial pode resultar no congelamento imediato das contas bancárias da instituição a qualquer momento.
Dívidas fora do processo
O montante cobrado não inclui eventuais processos trabalhistas de ex-atletas e funcionários, nem pendências com fornecedores e aluguéis atrasados de imóveis que abrigavam jogadores.
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*Sob supervisão de Gene Lannes


