impasse interno

Júlio Campos afirma que resultado da convenção será soberana

Júlio esclareceu a polêmica quando a subestituição de alguns convencionais

Por Valdemar Félix 30/07/2026 às 11:09 3 min de leitura

O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) afirmou que seu grupo polítco, que defende que o partido apoie uma candidatura do senador Jayme Campos (União Brasil) ao Governo do Estado, respeitará o resultado da convenção da legenda, que está sendo realizada nesta euinta-feira (30) e definirá se a sigla terá candidato próprio ou apoiará o projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

“Vamos cumprir o que a convenção decidir. Se decidir que vai ter a candidatura de Jayme Campos os nossos membros que compõem a Federação, que são o senador Jayme Campos, ex-governador Mauro Mendes, deputado federal Fábio Garcia, deputado estadual Dilmar Dal Bosco e o Aécio Rodrigues, que são representantes da União Brasil na Federação, são de lei obrigados a cumprir a decisão da convenção que é soberana. Se Jayme perder, vamos respeitar que é desejo da maioria, se ganhar, vamos exigir que seja cumprido. Ninguém está com mágoa ou ressentimento”, pontuou.

Júlio esclareceu a polêmica quando a subestituição de alguns convencionais, afirmando não haver nenhuma irregularidade e que isso cumpre com o que estabelece o estatuto do partido. Acontece que os prefeitos de Tangará da Serra, Vander Masson, e de Matupá, Bruno Mena, foram substituídos por seus respectivos suplentes Luís Rogério Mena e Rogério Silva Santos, o que nos bastidores gerou especulação quanto a uma articulação do grupo político do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) para barrar a pré-candidatura de Jayme.

“O estatuto do partido não permite voto cumulativo. Os prefeitos de Tangará e Matupá eram não só membros do diretório como delegados do município, então renunciaram a função de delegado, mas esse renúncia tem que ser comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral e credenciada pelo TSE. Então é do estatudo do partido”, explicou o deputado, ressaltando que os convencionais com direito a voto podem ser 48 ou 51 nomes, valendo o que o Tribunal Superior Eleitoral fornecer, não havendo nada de ilegalidade.

Júlio ainda afirma que após a convenção, o parceiro de Federação, que o Partido Progressista, será comunicado, e que eles também decidirão internamente, ressaltando que se o PP não decidir a decisão ficará com a Federação, onde o União Brasil tem maioria e vai cumprir o que a convenção decidir.

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