Força Integrada IV

Operação nacional contra o crime organizado prende dois  em MT

A fase investigativa que subsidiou a deflagração da operação contou com o apoio do 14º Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso, sediado em Nova Mutum

Por Valdemar Félix 16/09/2026 às 08:57 2 min de leitura

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso (FICCO/MT) deflagrou, nesta quarta-feira (16), na cidade de Diamantino, a Operação Palladium, no âmbito da Operação Força Integrada IV, iniciativa nacional voltada ao fortalecimento da atuação integrada das forças de segurança no combate ao crime organizado. São cumpridos 3 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária contra integrantes de uma organização criminosa.

A fase investigativa que subsidiou a deflagração da operação contou com o apoio do 14º Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso, sediado em Nova Mutum/MT.

Ao todo, a operação cumpre 173 mandados de busca e apreensão e 106 de prisão, além de medidas cautelares patrimoniais e investigativas. As decisões judiciais também determinaram bloqueios, sequestros e restrições de bens e valores que ultrapassam R$ 508 milhões.

As medidas atingem imóveis, veículos, ativos financeiros e outros patrimônios vinculados às organizações criminosas investigadas. A operação tem como foco o combate ao tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro, organizações criminosas violentas e outros crimes relacionados à atuação desses grupos.

As FICCOs estão presentes em todos os estados da Federação e no Distrito Federal. Atualmente, 41 unidades atuam em diferentes regiões do país, promovendo o compartilhamento de informações de inteligência e a atuação integrada entre os órgãos de segurança pública no enfrentamento às organizações criminosas.

Em Mato Grosso, a operação recebeu o nome de Palladium e é voltada ao combate a uma organização criminosa com atuação em Diamantino. A iniciativa reúne Polícia Federal, Polícias Civis, Militares e Penais, Guardas Municipais, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais e Secretarias Estaduais de Segurança Pública.

As instituições atuam de maneira conjunta, com compartilhamento de informações de inteligência e operações coordenadas, sem hierarquia entre os órgãos participantes.

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