BANCO DOS RÉUS

Caso Zampieri: três acusados voltam ao novo júri nesta terça-feira 

A sessão está marcada para as 9h e será presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, da 11ª Vara Criminal Especializada da Justiça Militar de Cuiabá

Por Valdemar Félix 28/09/2026 às 17:30 2 min de leitura

Os três acusados de envolvimento no assassinato do advogado Roberto Zampieri voltam ao banco dos réus nesta terça-feira (29), em Cuiabá. Vão a júri Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e o coronel da reserva do Exército, Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.

O julgamento estava previsto para julho, mas precisou ser interrompido após um dos jurados passar mal durante a sessão. Com a dissolução do conselho, o julgamento precisará ser reiniciado.

No dia 28 de julho, o julgamento começou a ser realizado e seis testemunhas chegaram a ser ouvidas. Entre elas estavam os delegados da Polícia Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edison Ricardo Pick, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo.

A sessão está marcada para as 9h e será presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, da 11ª Vara Criminal Especializada da Justiça Militar de Cuiabá.

O CASO
Roberto Zampieri foi assassinado em 5 de dezembro de 2023, nas proximidades de seu escritório de advocacia, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. Antônio Gomes da Silva é apontado pelo Ministério Público como o homem que executou os disparos. Ele confessou participação no crime durante a investigação, segundo informações apresentadas no primeiro julgamento.

Hedilerson Fialho Martins Barbosa é acusado de atuar como intermediário da execução. Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, ele teria contratado o executor e fornecido a arma utilizada no homicídio.

Já o coronel da reserva do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é acusado de financiar o assassinato.

Os três respondem por homicídio qualificado, com acusações relacionadas a promessa de recompensa, recurso que teria dificultado a defesa da vítima, emprego de arma de fogo de uso restrito e concurso de pessoas. A decisão sobre a responsabilidade criminal caberá ao Conselho de Sentença.

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