Adolescente que matou professoras no Acre pode ter tido ajuda, diz governadora
A Governadora do Acre Marilza Assis afirmu que as investgações seguem para identificar possíveis envolvidos

O adolescente de 13 anos que invadiu uma escola em Rio Branco, no Acre, e matou duas professoras a tiros pode não ter agido sozinho. A informação foi divulgada pela governadora do Acre, Mailza Assis, que afirmou que as investigações seguem em andamento para identificar possíveis envolvidos no ataque.
O menor foi apreendido logo após o crime junto com o padrasto, proprietário da arma utilizada na ação. Apesar da apreensão inicial, o homem foi liberado nesta quarta-feira (6), enquanto o adolescente permanece detido.
“Infelizmente o nosso estado foi abalado por uma tragédia. Um menino de 13 anos entrou na escola carregando uma arma do padrasto e disparou contra quatro pessoas, matando duas mulheres na hora e ferindo mais uma funcionária e uma aluna. A criança e o responsável pela arma estão detidos e as investigações continuam porque o menino não agiu sozinho”, declarou a governadora em vídeo publicado nas redes sociais.
As vítimas fatais foram identificadas como Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa, inspetoras da unidade escolar. Além delas, uma estudante e outra servidora ficaram feridas, receberam atendimento médico e seguem em estado estável.
A Polícia Civil do Acre instaurou inquérito para apurar a motivação do atentado. Entre as linhas investigativas analisadas está a possibilidade de o adolescente sofrer episódios de bullying.
O caso causou forte comoção no Acre e reacendeu o debate sobre segurança nas escolas, acesso de menores a armas de fogo e responsabilidade de adultos na guarda de armamentos.


