Parto em Casa
Bombeiros auxiliam em parto dentro de residência em Cuiabá
Equipe dos Bombeiros chegou após o parto e realizou os primeiros cuidados com o bebê antes do encaminhamento ao hospital
Variedades
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu, na tarde desta quarta-feira (14), uma ocorrência de parto em uma casa no bairro Altos da Serra II, em Cuiabá.
A equipe foi acionada por volta das 13h pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e seguiu imediatamente para o endereço. Ao chegar ao local, os bombeiros constataram que o bebê já havia nascido.
Os militares realizaram os primeiros cuidados com o recém-nascido, incluindo limpeza, avaliação das vias aéreas e da cavidade oral para descartar qualquer obstrução. O bebê apresentava choro ativo, sinal de boa respiração, e o cordão umbilical foi cortado pela equipe.
A placenta também passou por avaliação para verificar se havia retenção de fragmentos no útero da mãe, o que não foi constatado. Em seguida, o bebê foi entregue à mãe para o início da amamentação.
Após a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mãe e filho foram levados para uma unidade de saúde, onde passaram por avaliação médica e acompanhamento adequado.
*Sob supervisão de Daniel Costa
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MPF pede ampliação de vagas para mulheres no Exército
Órgão cobra plano para ampliar vagas femininas em escola militar após identificar desproporção nos editais
O Ministério Público Federal (MPF) apontou possível discriminação de gênero no concurso de admissão da Escola Preparatória de Cadetes do Exército. A análise foi conduzida pela Procuradoria dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro.
Desproporção nas vagas
No edital mais recente, das 440 vagas ofertadas:
- apenas 40 foram destinadas a mulheres
- o número representa menos de 10% do total
O mesmo cenário se repetiu em 2025, mantendo a desigualdade na distribuição.
Recomendação ao Exército
Diante disso, o MPF enviou recomendação ao Exército Brasileiro. O órgão pede que seja apresentado, em até 90 dias, um planejamento para ampliar a participação feminina na EsPCEx. A proposta prevê a correção gradual da desigualdade ao longo dos próximos cinco anos.
Antes da recomendação, o MPF tentou firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas o Exército não aceitou a proposta.
Falta de planejamento
Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Julio Araujo, o Exército informou que a reserva de vagas para mulheres seria uma política gradual. No entanto, a instituição afirmou não ter planejamento para ampliar o número de vagas femininas nos cursos de formação.
Base legal
O MPF destaca que a restrição de acesso com base no gênero pode ferir a Constituição Federal, que garante igualdade entre homens e mulheres. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais que asseguram igualdade de oportunidades no trabalho e acesso igualitário ao serviço público. A recomendação busca alinhar os concursos militares a esses princípios.
*Sob supervisão de Gene Lanes
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