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Saúde

Temporal estoura transformador e danifica estruturas

Três polos de vacinação deixam de atender nesta terça-feira

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Saúde

Foto: Divulgação Secom Cuiabá

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que:

– As atividades dos polos de vacinação SESI Papa e UFMT (que funcionam no modelo drive-thru) e da Assembleia Legislativa tiveram que ser temporariamente suspensas, a partir da tarde desta terça-feira (14), devido à forte chuva e ventania que danificaram as tendas onde ocorrem as vacinações drive-thru e que estourou um transformador na região da ALMT. 

– A orientação é para que os usuários que estavam agendados para tomar a primeira dose da vacina nesses locais procurem o polo UFMT (drive-thru) nesta quarta-feira (15).

– Já quem estava agendado para receber a segunda aplicação, pode se direcionar a uma das 14 unidades básicas de saúde que oferecem o serviço, até às 17h (veja lista dos locais ao final).

– A SMS informa ainda que não haverá agendamento para o polo SESI Papa na quarta-feira (15) para que sejam feitos os reparos necessários na estrutura. 

– Já no polo da Assembleia Legislativa, a expectativa é que a vacinação retorne à normalidade nesta quarta-feira (15).

 

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As  unidades básicas de saúde onde há aplicação de segunda dose da vacina contra a covid-19, de segunda a sexta-feira, das 13h às 17 horas, são:

 

Regional Norte

 

UBS Ilza Terezinha Picolli Pagot

 

UBS Jardim União/Jardim Florianópolis

 

UBS Três Barras

 

Clínica da Família (CPA 1)

 

Regional Sul

 

UBS Tijucal

 

UBS Pedra 90 V

 

UBS Parque Ohara

 

UBS Jockey Clube

 

Regional Leste

 

UBS Terra Nova

 

UBS Pedregal 

 

UBS Dr. Fábio

 

Regional Oeste

 

UBS Novo Colorado

 

UBS Santa Amália

 

UBS Novo Terceiro

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Saúde

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

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A pandemia de covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado..

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no site da revista.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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