VÁRZEA GRANDE

EQUILÍBRIO MENTAL

Servidores da Saúde contam com programa de apoio psicológico

Programa disponibilizará atendimentos individuais e em grupos (psicólogo, médicos, enfermeiros e assistentes sociais)

Publicado em

Saúde

Secom VG

A secretaria municipal de Saúde de Várzea Grande aderiu ao Programa Estadual de Saúde Mental aos Trabalhadores da Saúde – PEEIS, que tem como objetivo prestar cuidados em saúde mental e apoio psicossocial aos trabalhadores da saúde da Rede SUS municipal. O trabalho desenvolvido pelo profissional da saúde já constitui rotineiramente em um elevado nível de estresse, o que foi intensificado pelo contexto de emergência da pandemia de COVID-19. Com objetivo de minimizar esse impacto na saúde mental dos trabalhadores, a secretaria de Saúde aderiu a esse programa que irá contribuir com a qualidade de vida dos trabalhadores da rede de saúde.

O Programa disponibilizará atendimentos individuais e em grupos, online, com uma equipe multiprofissional especializada (psicólogo, médicos, enfermeiros e assistentes sociais) para atender às demandas de saúde mental do trabalhador da saúde.

Para acessar os atendimentos, é só acessar este link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdLniJP8Ir7EtFhgGHVmJwS23QqkdnsA0TgXdKO4Epf5KRKBA/viewform, preencher um formulário, e participar conforme escolha, individual ou em grupo. Todos os trabalhadores contratados ou concursados lotados na Rede Pública de Saúde Municipal podem participar. O atendimento já iniciou e será entre o intervalo de trabalho e após o expediente.

“Pensar em mecanismos para aliviar e minimizar o impacto em nossa saúde mental, principalmente durante o contexto da Pandemia de COVID-19, é o reconhecimento da importância dos profissionais da saúde, no atendimento à população e suas necessidades. A área da saúde é complexa e em nosso cotidiano de trabalho, o sofrimento mental e transtornos mentais nos afetam ainda mais, em épocas de crise, pandemia, entre outras adversidades”, pontua a assistente social, especialista em Saúde Mental e Mestre em Política Social, Soraya Miter Simon.

Segundo Soraya Miter, o servidor terá que preencher um formulário, quando acessar o link, e seguir o passo a passo, para se inserir no programa.

“Neste momento, será fundamental criar estratégias de mobilização e divulgação aos trabalhadores da importância de ter cuidados com a saúde mental. O programa foi lançado em abril deste ano pela Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso e é fundamental a participação e inserção de Várzea Grande no acesso a mais esta importante ferramenta para atenção psicossocial ao trabalhador. Reforço que todos os trabalhadores, sejam eles da área fim, da área meio e de apoio, contratados ou concursados podem participar, outro fator importante é o sigilo e a segurança ética com o trabalhador a ser atendido”, explicou Soraya.

“Assim, esperamos que esta nova ferramenta de trabalho possa contribuir para o aprimoramento das atividades de atenção à saúde mental e trabalho nas redes do Sistema Único de Saúde, bem como melhorar a qualidade de vida do trabalhador da Rede SUS do nosso município, também  frente à pandemia, que causa situações adversas, por exemplo de perdas de pacientes, podendo causar alto estresse neste funcionário da linha de frente, ou aos demais trabalhadores que direta ou indiretamente estão imbuídos nos processos de trabalho frente à pandemia”, pontua a assistente social Soraya Miter Simon.

Link de acesso:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdLniJP8Ir7EtFhgGHVmJwS23QqkdnsA0TgXdKO4Epf5KRKBA/viewform

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Saúde

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

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A pandemia de covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado..

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no site da revista.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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