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Rio inicia distribuição de doses de vacina infantil contra a covid-19

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O governo do estado do Rio de Janeiro começou a distribuir hoje (14), aos 92 municípios, 93,5 mil doses de vacina contra a covid-19, destinadas a crianças de 5 a 11 anos. O início da distribuição foi anunciado nesta manhã, nas redes sociais. “Vacinas salvam vidas”, ressalta a publicação da Secretaria de Saúde (SES). 

As doses dos imunizantes chegaram nesta madrugada no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) e foram levadas para a Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da SES, em Niterói. Segundo a secretaria, a previsão é que a partir de segunda-feira (17), todos os municípios possam dar início à vacinação. A recomendação é que sejam vacinadas primeiro crianças com comorbidades e indígenas, seguidas das faixas etárias dos mais velhos para os mais novos. 

A secretaria recomenda que os responsáveis estejam atentos aos calendários locais. A cidade de Maricá, na Região Metropolitana do Rio, anunciou que inicia ainda hoje (14) a imunização de crianças, sendo a primeira do estado a atender essa faixa etária.

Já o calendário da capital começa na segunda-feira para, além das crianças com comorbidades e/ou deficiência, as meninas de 11 anos.

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Vacinação infantil 

As vacinas Pfizer (Comirnaty) são destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Para a imunização desse público será necessária a autorização dos pais. No caso da presença dos responsáveis no ato da vacinação, haverá dispensa do termo por escrito. 

O imunizante tem dosagem e composição diferentes da que é utilizada na dose para os maiores de 12 anos. A vacina para crianças será aplicada em duas doses, com intervalo de oito semanas. A tampa do frasco da vacina é na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e também pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas.

As primeiras doses pediátricas de vacinas chegaram ao Brasil nessa quinta-feira (13). O lote, que contém 1,2 milhão de doses, está sendo distribuído para estados e Distrito Federal, de forma proporcional ao número de crianças em cada unidade da Federação.

Ao todo, de acordo com o Ministério da Saúde, foram encomendadas 20 milhões de doses dos imunizantes. A previsão é que todas sejam entregues no primeiro trimestre deste ano. Essa é a primeira remessa das 4,3 milhões de doses pediátricas da farmacêutica americana que devem ser entregues ao governo federal ainda em janeiro. Além das unidades de janeiro, 7,3 milhões devem ser entregues em fevereiro e outras 8,4 milhões em março.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: prefeitura diz que criança teve parada cardíaca após vacina

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A prefeitura municipal de Lençóis Paulista (SP) divulgou uma nota oficial no início da noite de hoje (19) informando que suspendeu por sete dias a vacinação infantil em razão de uma criança de dez anos ter sofrido uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a covid-19 na cidade. Segundo a família, a criança está estável e consciente. A prefeitura não teve acesso ao prontuário médico da criança, que foi atendida na rede privada. A Secretaria de Estado da Saúde afirmou que é precipitado e irresponsável afirmar que o caso ocorrido está associação à vacinação. 

“O Comitê [de combate à covid-19 do município] deixa claro que não existe dúvida sobre a importância da vacinação infantil, mas diante do ocorrido será dado esse prazo para o acompanhamento e monitoramento diário das 46 crianças lençoenses vacinadas até o momento. Além disso, esse prazo é necessário para aprofundamento sobre o caso de forma específica e envio de relatórios aos órgãos de controle federais e estaduais”, diz o texto da nota da prefeitura.

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De acordo com a prefeitura, na noite de ontem (18), aproximadamente 12 horas após ser vacinada com o imunizante da Pfizer, a criança de dez anos apresentou alterações nos batimentos cardíacos e desmaiou, segundo relato do pai obtido pela prefeitura. Ela foi levada à rede de saúde particular para atendimento profissional, onde foi reanimada. Após ser estabilizada, a criança foi transferida para o Hospital da Unimed, em Botucatu (SP), onde permanece sob observação.

A administração municipal de Lençóis Paulista informou ainda que pais ou responsáveis que desejam vacinar seus filhos antes da retomada da imunização devem ligar na Central Saúde do município para realizar agendamento. A vacinação em adultos continua normalmente.

Precipitado e irresponsável

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde disse que é precipitado e irresponsável afirmar que o caso ocorrido tem associação com a vacinação. A pasta destacou que todas as vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são seguras e eficazes e são responsáveis diretamente na redução de mortes, casos graves e internações por covid-19. 

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De acordo com a secretaria, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) está acompanhando e analisará o caso de Lençóis Paulista. O CVE informou que todos os casos de eventos adversos são analisados por uma comissão de especialistas antes de qualquer confirmação. 

“É, portanto, precipitado e irresponsável afirmar que o caso do município está associado a vacinação. Na maioria das vezes, os casos de eventos adversos pós-vacinação são coincidentes, sem qualquer relação causal com o imunizante”, diz o texto da nota da secretaria.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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