VÁRZEA GRANDE

PANDEMIA

Primeira-dama de Várzea Grande testa positivo para Covid-19; já está em isolamento

PROMOTORA DE JUSTIÇA, A PRIMEIRA-DAMA, KIKA DORILÊO BARACAT, SEGUE EM ISOLAMENTO E COM SINTOMAS LEVES

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Saúde

Secom VG

A promotora de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso e primeira-dama de Várzea Grande, Kika Dorilêo Baracat, testou positivo para Covid-19. Resultado de exames e consultas clínicas confirmaram as suspeitas decorrentes de sintomas sem grandes incidências. Já em isolamento, ela recomenda que todos procurem atendimento médico e a vacina como meio de sobrepor as adversidades. 

Em virtude do resultado positivo da esposa, o prefeito Kalil Baracat, que no final do ano passado já havia testado positivo, também realizou exame e consultas médicas, com o resultado negativo para Covid-19, permitindo cumprir sua agenda de trabalho com segurança, mas redobrando os cuidados.

Com sintomas leves, a primeira-dama recebeu a primeira dose da vacina há cerca de um mês. Kika está bem e segue em isolamento social em casa. O prefeito destaca que ela receberá todos os cuidados necessários e reforça a continuidade das medidas de biossegurança, como uso de máscara, higienização das mãos e o distanciamento social e principalmente a busca pela vacinação como forma mais eficiente de combater os sintomas e a doença da COVID 19.

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A família Baracat agradece as manifestações de carinho e lembra a importância da adoção de cuidados redobrados e da procura de vacina por todos indistintamente para se vencer a pandemia com união, responsabilidade e, principalmente, com medidas de biossegurança.

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Saúde

Transplante de fígado passa a integrar lista da ANS

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O transplante de fígado para o tratamento de pacientes com doença hepática, contemplados com a disponibilização do órgão por meio de fila única do Sistema Único de Saúde (SUS), passará a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde.

A decisão foi anunciada hoje (30) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e passará a integrar o rol da agência a partir de sua publicação no Diário Oficial da União (DOU), prevista para segunda-feira (3).

A Diretoria Colegiada da ANS aprovou também nesta sexta-feira a inclusão do medicamento Regorafenibe, para o tratamento de pacientes com câncer colorretal avançado ou metastático, no rol de procedimentos e eventos em saúde.

De acordo com a ANS, as tecnologias cumpriram os requisitos previstos em norma e passaram por todo o processo de avaliação e incorporação após serem apresentadas por meio do FormRol, o processo continuado de avaliação da agência, cuja análise é baseada em avaliação de tecnologias em saúde. Trata-se de um sistema de excelência que prima pela saúde baseada em evidências.

As tecnologias também discutidas em reuniões técnicas da Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde), realizadas entre junho e setembro deste ano, com ampla participação social.

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Ajustes

Para assegurar cobertura aos procedimentos vinculados ao transplante hepático, foram realizados ajustes ao Anexo I do Rol, que traz a listagem dos procedimentos cobertos, incluídos procedimentos para o acompanhamento clínico ambulatorial e para o período de internação do paciente, bem como os testes para detecção quantitativa por PCR (proteína C reativa) do citomegalovírus e vírus Epstein Barr.

As reuniões técnicas da Cosaúde contaram com representantes do Ministério da Saúde e da Central Nacional de Transplantes, visando assegurar que o transplante seguirá sua cobertura conforme a situação do paciente na fila única nacional gerida pelo SUS e de acordo com os processos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes.

Outros medicamentos

A diretoria da ANS aprovou ainda a inclusão de outros quatro medicamentos no rol de procedimentos. Trata-se de antifúngicos que podem ter uso sob regime de administração injetável ambulatorial e que possibilitam a desospitalização de pacientes em um contexto de aumento de micoses profundas graves como resultado da pandemia de covid-19.

Os medicamentos são Voriconazol, para pacientes com aspergilose invasiva; Anfotericina B lipossomal, para tratamento da mucormicose na forma rino-órbito-cerebral; Isavuconazol, para tratamento em pacientes com mucormicose; e Anidulafungina, para o tratamento de candidemia e outras formas de candidíase invasiva.

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A ANS destacou que esta é a 13ª atualização do rol em 2022. Somente este ano, foram incorporados à lista de coberturas obrigatórias 12 procedimentos e 25 medicamentos, bem como ampliações importantes para pacientes com transtornos de desenvolvimento global, como o transtorno do espectro autista, além do fim dos limites para consultas e sessões de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia, desde que sob indicação médica.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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