VÁRZEA GRANDE

VACINAÇÃO CONTRA COVID-19

Polos de vacinação da UFMT e Assembleia voltaram a atender hoje

Sesi Papa passa por reparos e deverá reabrir na quinta (16); vendaval de ontem danificou a estrutura de vacinação no Sesi Papa

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Saúde

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa:

-Os polos de vacinação da UFMT e da Assembleia Legislativa, que suspenderam as atividades ontem devido ao vendaval, já estão atendendo normalmente nesta quarta-feira (15).

-Apenas o polo do Sesi Papa, que foi bastante danificado com a tempestade, está fechado e passando por reparos na estrutura. A expectativa é que volte a ser aberto na quinta-feira (16).

-As pessoas que estavam agendadas para o Sesi Papa e não conseguiram ser vacinadas devem se dirigir hoje ao polo da UFMT.

– Já quem estava agendado para receber a segunda aplicação, pode se direcionar a uma das 14 unidades básicas de saúde que oferecem o serviço, até às 17h. Veja lista abaixo:

 

Regional Norte

UBS Ilza Terezinha Picolli Pagot

UBS Jardim União/Jardim Florianópolis

UBS Três Barras

Clínica da Família (CPA 1)

 

Regional Sul

UBS Tijucal

UBS Pedra 90 V

UBS Parque Ohara

UBS Jockey Clube

 

Regional Leste

UBS Terra Nova

UBS Pedregal

UBS Dr. Fábio

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Regional Oeste

UBS Novo Colorado

UBS Santa Amália

UBS Novo Terceiro

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Saúde

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

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A pandemia de covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado..

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no site da revista.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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