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Mais nove casos da variante Delta são detectados em São Paulo

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Mais nove amostras da variante Delta do novo coronavírus foram detectadas hoje (29) pela prefeitura de São Paulo e o Instituto Butantan. Ao todo, o monitoramento já registrou 22 diagnósticos da nova cepa. Agora, os casos estão sendo investigados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de origem.

De acordo com a prefeitura, o monitoramento é feito por cálculo amostral, considerando cada semana epidemiológica. O Instituto Butantan, do governo estadual, analisa as amostras por meio de sequenciamento genético.

O Instituto Adolfo Lutz, laboratório estadual, também faz análises de variantes em parceria com Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade de São Paulo (USP) e a prefeitura. Cerca de 600 amostras são enviadas semanalmente para cada laboratório. A ação de identificação de quais cepas circulam na capital paulista foi iniciada em abril deste ano.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

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A pandemia de covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado..

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no site da revista.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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