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"COVID-19"

Festas no “natal”, “réveillon” e “carnaval 2022”, um risco social

Boa parte do continente europeu está sofrendo mais uma onda de contaminação, registrando milhares de vítimas fatais nos últimos dias.

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Saúde

Mesmo com as ações de vacinação em plena expansão, o Brasil, consecutivamente o estado de Mato Grosso, ainda vive no período de pandemia da Cavid-19, quando a utilização das máscaras, os cuidados de distanciamento social estão sendo debatidos, para as devidas tomadas de decisões, quanto a obrigatoriedade dos usos, com a chegada do final do ano, vem as festas, com isso, o aumento de contaminação até mesmo dos vacinados, assim surgiram os debates sobre o risco desnecessário ou uma necessidade de realização das festas.

Foto: Gustavo Duarte

A preocupação de alguns, fica por conta de que boa parte do continente europeu está sofrendo mais uma onda de contaminação, registrando milhares de vítimas fatais nos últimos dias, sem falar da Austrália, Ásia, como também os Estados Unidos.

Dados anunciados pela imprensa internacional, apontam que na maioria dos países atingidos pela quarta onda, possuem fatores em comuns, como a resistência da vacinação, e a liberação de eventos, aglomeração e flexibilidade nos cuidados, que vão desde a utilização de máscaras e a permanência do distanciamento social.

A exemplo da Europa, quando o verão são nos meses de junho, julho e agosto, período que são realizados grandes eventos, em praticamente todas as grandes cidades, proporcionou a aglomeração de pessoas, potencializando as contaminações, levando o vírus para o interior do país, resultando na quarta onda da pandemia da Covid-19, que já voltou a levar milhões de pessoas para os hospitais, e mutilando milhares de famílias, que estão enterrando seus entes queridos, sem nem ao menos poder se despedir.

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

No Brasil, o fato é histórico, mas vale a pena relembrar, já que coincidentemente, os registros dos primeiros infectados, e da proliferação da contaminação, foram logo após o período de carnaval de 2020, dias e meses depois a doença já fazia vítimas até nos lugares mais isolados dos país, mudando todo cotidiano da sociedade, gerando crise nos trabalhos, na economia, fazendo o sistema de saúde de vários estados e cidade entrar em colapso.

“Muitos filhos ficaram órfãos, milhões de mulheres e homens viúvos, pais e mães perderam seus filhos, um verdadeiro desastre na humanidade, que até o momento não se tem o culpado, será mesmo que as pessoas que defendem a organização das festas, dos carnavais, não tiveram nenhum conhecido ou parente vítima da Covid-19? O Brasil pode retroceder e entrar mais uma vez para estatística”.

O risco existe, a contraprova está sendo demonstrada a todo momento pelos veículos de comunicações, nacional e internacionais, o livre arbítrio mais uma vez é fundamental, tanto para os políticos, organizadores e frequentadores dos eventos. Seja qual for a escolha, certo é afirmar que logo após fevereiro será apresentado o resultado, preservação da vida ou mais mortes.

Foto: REUTERS / Amanda Perobelli

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Saúde

Holanda analisa 61 casos suspeitos de nova variante

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A República Tcheca e a Alemanha anunciaram neste sábado (27) que investigam suspeitas de casos da nova variante do SARS-CoV-2, a Ômicron. Na Holanda, nesta manhã, chegaram por via aérea 61 pessoas com covid-19 vindas da África do Sul – país onde a cepa foi inicialmente detectada. Autoridades holandesas analisarão se estes passageiros estão infectados com a Ômicron.

Na sexta-feira (26) foi detectado, na Bélgica, o primeiro caso da nova variante em solo europeu – uma jovem adulta sem qualquer ligação com a África do Sul ou países da África Austral, mas que manifestou sintomas 11 dias depois de viajar entre a Turquia e o Egito.

Um dia depois, a República Tcheca e a Alemanha registam os primeiros casos suspeitos desta variante, também conhecida por B.1.1.529.

“Um laboratório está avaliando a possível descoberta de um espécime da variante Ômicron. Estamos aguardando confirmação ou refutação do caso”, informou neste sábado a porta-voz do Governo tcheco, Stepanka Cechova.

Segundo o Instituto Nacional de Saúde Pública da República Tcheca, o passageiro suspeito visitou a Namíbia.

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A Alemanha avalia, ainda, o caso de um viajante vindo da África do Sul. Apesar de não ter se confirmado, o caso gerou alarde no governo alemão.

“A variante Ômicron provavelmente já está presente na Alemanha”, anunciou nesta manhã no Twitter Kai Klose. “Por causa dessa forte suspeita, essa pessoa está isolada em casa. A análise completa dos resultados ainda está em andamento”, disse o ministro.

Os testes realizados na noite de sexta-feira a um passageiro que chegou ao aeroporto de Frankfurt, oriundo da África do Sul, revelaram “várias mutações típicas do Omicron”, acrescentou.

Na Holanda, pelo menos 61 passageiros de dois voos da África do Sul testaram positivo para a covid-19 na chegada a Amsterdã. As autoridades sanitárias analisam se há entre os casos algum da nova variante Ômicron.

“Sabemos agora que 61 dos resultados [dos testes ao novo coronavírus] foram positivos e 531 negativos”, indicou a autoridade de saúde holandesa (GGD), acrescentando que os passageiros com teste positivo, que chegaram todos na sexta-feira, foram colocados em quarentena num hotel perto do aeroporto Schiphol, em Amsterdã.

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Os que tiveram resultado negativo podem continuar viagem caso não residam na Holanda. Caso contrário, terão de ficar em isolamento profilático nas suas residências.

“Os testes positivos vão ser agora analisados para determinar o mais rápido possível se se trata da nova variante”, acrescentaram as autoridades sanitárias holandesas.

A nova variante do coronavírus, detectada pela primeira vez na África do Sul, é considerada “preocupante” pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Fonte: EBC Saúde

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