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Covid-19: Brasil tem 42,2 mil casos e 1,3 mil mortes em 24 horas

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Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 42.283 novos casos de covid-19 e 1.318 mortes em decorrência da doença. Os dados são referentes a registros feitos entre ontem e hoje e estão na atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgada pela pasta nesta quinta-feira (29).

Balanço de dados sobre covid-19 divulgado no dia 29/07/2021 Balanço de dados sobre covid-19 divulgado no dia 29/07/2021

Balanço de dados sobre covid-19 divulgado no dia 29/07/2021 – 29/07/2021 Ministério da Saúde/divulgação

Com as novas estatísticas, sobe para 554.497 o número de mortos pela covid-19. Ainda há 3.414 óbitos em investigação.

Com os novos casos, a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia foi para 19.839.369. 

Ainda há 714.881 casos em acompanhamento. O nome é dado para pessoas cuja condição de saúde é observada por equipes de saúde e que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 18.569.991. O total representa 93,6% das pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (138.436), Rio de Janeiro (58.973), Minas Gerais (50.225), Paraná (35.073) e Rio Grande do Sul (33.246). Os estados com menos mortes são Acre (1.798), Roraima (1.849), Amapá (1.905), Tocantins (3.493) e Alagoas (5.785). O Acre não registrou novas mortes entre ontem e hoje.

Vacinação

Até o início da noite desta quinta-feira, haviam sido distribuídas 176,2 milhões de doses. Conforme o painel de vacinação do Ministério da Saúde, foram aplicadas 138,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicados 98,5 milhões da primeiras doses e 39,6 milhões da segundas doses ou dose única.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Pandemia impede realização de mais de 1 milhão de cirurgias em um ano

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A pandemia de covid-19 pode ter feito com que mais de 1 milhão de cirurgias eletivas e emergenciais tenham deixado de ser feitas no Brasil em 2020. A estimativa consta de um artigo do Programa de Cirurgia Global e Mudança Social da Harvard Medical School, publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas.

O levantamento usou dados do DataSUS, do Ministério da Saúde, sobre o número de cirurgias feitas no país no período de 2016 a 2020. Por meio de um modelo estatístico, a pesquisa estimou o volume cirúrgico esperado para o período de pandemia, entre março e dezembro do ano passado..

Ao comparar o número esperado com os dados reais fornecidos pelos estados, verificou-se um acúmulo de mais de 1,1 milhão de cirurgias, a maioria delas (928.758) eletivas, aquelas que não são consideradas de urgência.

Segundo o professor Rodrigo Vaz Ferreira, da Universidade do Estado do Amazonas, um dos coautores do estudo, o resultado é similar ao de outros países com grande volume de intervenções cirúrgicas. “Por um lado, essa redução se explica pela priorização de procedimentos mais urgentes, realocação de recursos e manejo dos profissionais de saúde durante a pandemia”, destaca Ferreira, que faz pós-graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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De acordo com a pesquisa, os estados com políticas governamentais mais rígidas de contenção do vírus, como fechamento de escolas, locais de trabalho e proibições de viagem, conseguiram manter o nível de funcionamento das cirurgias de urgência, graças à preservação de recursos e leitos, apesar do grande atraso nas cirurgias eletivas.

“A análise de tais dados pode informar políticas públicas que atenuem os efeitos desse acúmulo, além de prevenir crises futuras. Temos que estar preparados, incentivar a população a se vacinar e respeitar as medidas sanitárias locais, pois isso contribui para a preservação dos serviços plenos de cirurgia”, ressalta Fábio Botelho, cirurgião do trauma e pediátrico, pesquisador na Universidade McGill, no Canadá, e coautor do estudo.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no site da revista.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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