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Casos da síndrome mão-pé-boca são confirmadas em várias cidades de MT

A doença tem esse nome porque causa lesões nessas partes do corpo das crianças infectadas e afeta na maioria dos casos crianças com menos de 5 anos de idade

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Saúde

Foto: Prefeitura de Cuiabá

Diante das primeiras notificações de casos da síndrome mão-pé-boca (SMPB) a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde – CIEVS emitiu alerta para a possível ocorrência de surto da síndrome.

A doença preocupa profissionais de saúde, em função de sua alta contagiosidade e poder de desencadear surtos, devendo ser notificada caso ocorra aumento do número de casos, devidamente encaminhados ao serviço de saúde para diagnóstico e orientações, quanto ao tratamento e controle.

Em Primavera do Leste, foi emitido alerta por causa da alta quantidade de casos da síndrome. A Secretaria de Saúde do município divulgou que de outubro a novembro já foram registrados 76 casos.

Em Jaciara, o setor de epidemiologia divulgou que foi constatado um surto da síndrome. Até o momento foram notificados 20 casos, mas a prefeitura disse que já tem conhecimento de vários outros registros.

A doença tem esse nome porque causa lesões nessas partes do corpo das crianças infectadas e afeta na maioria dos casos crianças com menos de 5 anos de idade

A síndrome é causada por um vírus que provoca infecção no sistema digestivo e também pode causar as estomatites, uma espécie que afeta a mucosa da boca.

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Saúde

Covid-19: prefeitura diz que criança teve parada cardíaca após vacina

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A prefeitura municipal de Lençóis Paulista (SP) divulgou uma nota oficial no início da noite de hoje (19) informando que suspendeu por sete dias a vacinação infantil em razão de uma criança de dez anos ter sofrido uma parada cardíaca 12 horas após ser vacinada contra a covid-19 na cidade. Segundo a família, a criança está estável e consciente. A prefeitura não teve acesso ao prontuário médico da criança, que foi atendida na rede privada. A Secretaria de Estado da Saúde afirmou que é precipitado e irresponsável afirmar que o caso ocorrido está associação à vacinação. 

“O Comitê [de combate à covid-19 do município] deixa claro que não existe dúvida sobre a importância da vacinação infantil, mas diante do ocorrido será dado esse prazo para o acompanhamento e monitoramento diário das 46 crianças lençoenses vacinadas até o momento. Além disso, esse prazo é necessário para aprofundamento sobre o caso de forma específica e envio de relatórios aos órgãos de controle federais e estaduais”, diz o texto da nota da prefeitura.

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De acordo com a prefeitura, na noite de ontem (18), aproximadamente 12 horas após ser vacinada com o imunizante da Pfizer, a criança de dez anos apresentou alterações nos batimentos cardíacos e desmaiou, segundo relato do pai obtido pela prefeitura. Ela foi levada à rede de saúde particular para atendimento profissional, onde foi reanimada. Após ser estabilizada, a criança foi transferida para o Hospital da Unimed, em Botucatu (SP), onde permanece sob observação.

A administração municipal de Lençóis Paulista informou ainda que pais ou responsáveis que desejam vacinar seus filhos antes da retomada da imunização devem ligar na Central Saúde do município para realizar agendamento. A vacinação em adultos continua normalmente.

Precipitado e irresponsável

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde disse que é precipitado e irresponsável afirmar que o caso ocorrido tem associação com a vacinação. A pasta destacou que todas as vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são seguras e eficazes e são responsáveis diretamente na redução de mortes, casos graves e internações por covid-19. 

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De acordo com a secretaria, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) está acompanhando e analisará o caso de Lençóis Paulista. O CVE informou que todos os casos de eventos adversos são analisados por uma comissão de especialistas antes de qualquer confirmação. 

“É, portanto, precipitado e irresponsável afirmar que o caso do município está associado a vacinação. Na maioria das vezes, os casos de eventos adversos pós-vacinação são coincidentes, sem qualquer relação causal com o imunizante”, diz o texto da nota da secretaria.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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