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Carreta da imunização vai até comunidades rurais de Rosário Oeste

Carreta da Imunização está percorrendo as comunidades rurais de Rosário Oeste e realizando a imunização das pessoas que ainda não tomaram as vacinas

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Saúde

Mais uma vez a Prefeitura de Rosário Oeste inova, para atender de melhor forma as necessidades da população, através da Secretaria Municipal de Saúde, que disponibilizou o Carreta da Imunização, com objetivo de levar a prestação de serviços aos locais mais distantes das comunidades rurais.

Como boa parte da população de Rosário Oeste vive no campo, seja em distritos ou chácaras, sítios e fazendas, e a sua grande maioria tem poucas condições de se deslocar até a cidade para ser vacinada, os colaboradores da gestão, Alex Berto estão indo até as comunidades para vacinar os moradores.

A Carreta da Imunização está percorrendo as comunidades rurais de Rosário Oeste e realizando a imunização das pessoas que ainda não tomaram as vacinas contra os principais tipos de doenças da região.

Foto: Assessoria/Prefeitura

A carreta esteve na Comunidade Cedral no último dia 18/10/2021 e estará atendendo as demais comunidades de acordo com o cronograma abaixo:

19/02/2021 – Comunidade Cocal – Período matutino e vespertino

20/10/2021 – Comunidade Forquilha do Rio Manso – Período matutino e vespertino

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21/10/2021 – Praça Manoel Loureiro, no Centro de Rosário Oeste – Período: das 14h. às 21h.

22/10/2021 – Comunidade Bauxi – Período matutino

Para o atendimento é necessário: CPF, RG, Cartão SUS e Cartão de Vacina.

Com mais esta ação de combate a pandemia, o prefeito Alex Berto espera vacinar a maioria da população até o final do ano.

“Sabemos das dificuldades de muitas pessoas, principalmente aquelas que moram em regiões mais distantes, assim para não deixar as pessoas sem o direito de vacinar, estamos nos deslocando até as comunidades para disponibilizar o imunizante, a expectativa é que todos sejam vacinados o quanto antes”, ressalto o prefeito.

 

Foto: Assessoria/Prefeitura

 

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Saúde

Alimentos ultraprocessados podem contribuir para perda cognitiva

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Dificuldade de lembrar datas, fazer cálculos ou realizar tarefas básicas do dia a dia. As habilidades cognitivas geralmente diminuem à medida que a idade avança. Mas pesquisa feita por cientistas da USP mostra que a perda chega a ser 28% maior entre pessoas que consomem mais alimentos ultraprocessados.

São alimentos que passaram por processo industrial tão intenso que a composição deles já nem parece a de comida de verdade. Encaixam-se nesta categoria pães de forma, salgadinhos, refrigerantes.

O declínio cognitivo foi maior entre as pessoas que consumiam mais de 20% das calorias diárias de ultraprocessados. E não é difícil chegar a essa média: 20% equivale a três fatias de pães de forma por dia.

Os resultados foram apresentados na Conferência Internacional de Alzheimer, realizada na semana passada na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.

A pesquisa analisou o desempenho das pessoas que participaram do mais longo e maior estudo de performance cognitiva realizado no Brasil: o Elsa-Brasil. São cerca de 15 mil pessoas, entre 35 e 74 anos, que começaram a ser acompanhadas em 2008 para investigar fatores de risco para doenças crônicas como hipertensão, arterioesclerose e acidente vascular cerebral. O estudo analisou os dados conforme o tipo de alimento consumido: alimentos não processados, como vegetais e frutas, os ingredientes culinários, como sal e óleos, os alimentos processados, com modificações leves como adição de sal ou açúcar, e os ultraprocessados.

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Dados do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP mostram que o consumo médio de alimentos ultraprocessados no Brasil é justamente de 20% no Brasil. Como é uma média, algumas pessoas consomem muito mais. Mas ainda assim, é um patamar três vezes menor que a de países ricos, onde a média chega a 60%.

Mas é justamente essa diferença que torna um país como o Brasil um mercado cobiçado pela indústria de alimentos, explicou a nutricionista e integrante do Núcleo de Pesquisas em Nutrição e Saúde da USP, Renata Levy.

Em outubro, entram em vigor as novas regras de rotulagem de alimentos aprovadas pela Anvisa. Agora, a embalagem de produtos ricos em gordura, açúcar ou sódio vão trazer a informação em destaque no rótulo do produto. Renata acha que é um avanço, mas é preciso fazer mais para inibir o consumo de ultraprocessados.

Outra proposta defendida pelos pesquisadores é proibir a venda de ultraprocessados nas cantinas das escolas, já que no Brasil, os adolescentes são os principais consumidores desse tipo de produto.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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