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Campanha de vacinação contra a poliomielite inicia dia 15 de agosto em MT

Campanha estava prevista para começar na próxima segunda-feira (08.08), mas devido ao atraso do envio das vacinas por parte do Ministério da Saúde, a SES decidiu pelo adiamento do início da vacinação

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Saúde

Foto: Gustavo Duarte

O início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite em Mato Grosso inicia no dia 15 de agosto. A campanha estava prevista para começar na próxima segunda-feira (08.08), mas em razão do atraso do envio das vacinas por parte do Ministério da Saúde, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) decidiu pelo adiamento do início da vacinação.

Cerca de 170 mil doses da vacina chegaram nesta quinta-feira (04.08) na Rede de Frio do Estado. A superintendente de Vigilância e Atenção à Saúde da SES, Alessandra Moraes, explica que as equipes não teriam tempo hábil para distribuir as doses aos municípios até a próxima segunda-feira.

“Neste momento, as equipes da Vigilância Estadual trabalham no recebimento das doses, na conferência da quantidade, na catalogação dos imunizantes e no encaixotamento. A distribuição das doses aos municípios deve iniciar em breve”, informa Alessandra.

A partir do dia 15 de agosto, devem ser imunizadas contra a poliomielite crianças menores de cinco anos de idade. A estimava é de que sejam vacinadas 227.559 crianças desta faixa etária.

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Em Mato Grosso, também foi adiado para o dia 15 de agosto o início da campanha de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente menor de 15 anos de idade. As vacinas para esta campanha chegaram nesta quinta-feira (04.08) na Rede de Frio do Estado. São aproximadamente 700 mil doses de vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação.

As campanhas de vacinação contra a poliomielite e multivacinação coincidirão com a continuidade da vacinação contra a Covid-19. “A vacina contra o coronavírus poderá ser administrada de maneira simultânea ou com qualquer intervalo com as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, na população a partir de três anos de idade”, esclarece Alessandra.

O Dia “D” de mobilização nacional das duas campanhas está previsto para ocorrer no dia 20 de agosto, mas conforme orientação do Ministério da Saúde, os municípios terão autonomia para definir as datas de mobilização (Dia D) para a vacinação em conformidade com a realidade local.

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O que é a poliomielite?

A Poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e pode provocar ou não paralisia. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

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Saúde

Alimentos ultraprocessados podem contribuir para perda cognitiva

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Dificuldade de lembrar datas, fazer cálculos ou realizar tarefas básicas do dia a dia. As habilidades cognitivas geralmente diminuem à medida que a idade avança. Mas pesquisa feita por cientistas da USP mostra que a perda chega a ser 28% maior entre pessoas que consomem mais alimentos ultraprocessados.

São alimentos que passaram por processo industrial tão intenso que a composição deles já nem parece a de comida de verdade. Encaixam-se nesta categoria pães de forma, salgadinhos, refrigerantes.

O declínio cognitivo foi maior entre as pessoas que consumiam mais de 20% das calorias diárias de ultraprocessados. E não é difícil chegar a essa média: 20% equivale a três fatias de pães de forma por dia.

Os resultados foram apresentados na Conferência Internacional de Alzheimer, realizada na semana passada na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.

A pesquisa analisou o desempenho das pessoas que participaram do mais longo e maior estudo de performance cognitiva realizado no Brasil: o Elsa-Brasil. São cerca de 15 mil pessoas, entre 35 e 74 anos, que começaram a ser acompanhadas em 2008 para investigar fatores de risco para doenças crônicas como hipertensão, arterioesclerose e acidente vascular cerebral. O estudo analisou os dados conforme o tipo de alimento consumido: alimentos não processados, como vegetais e frutas, os ingredientes culinários, como sal e óleos, os alimentos processados, com modificações leves como adição de sal ou açúcar, e os ultraprocessados.

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Dados do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP mostram que o consumo médio de alimentos ultraprocessados no Brasil é justamente de 20% no Brasil. Como é uma média, algumas pessoas consomem muito mais. Mas ainda assim, é um patamar três vezes menor que a de países ricos, onde a média chega a 60%.

Mas é justamente essa diferença que torna um país como o Brasil um mercado cobiçado pela indústria de alimentos, explicou a nutricionista e integrante do Núcleo de Pesquisas em Nutrição e Saúde da USP, Renata Levy.

Em outubro, entram em vigor as novas regras de rotulagem de alimentos aprovadas pela Anvisa. Agora, a embalagem de produtos ricos em gordura, açúcar ou sódio vão trazer a informação em destaque no rótulo do produto. Renata acha que é um avanço, mas é preciso fazer mais para inibir o consumo de ultraprocessados.

Outra proposta defendida pelos pesquisadores é proibir a venda de ultraprocessados nas cantinas das escolas, já que no Brasil, os adolescentes são os principais consumidores desse tipo de produto.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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