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"Revolução"

Trilhos do progresso e desenvolvimento chegarão em Cuiabá

Publicado em

Política

Da Redação

O que muitos consideraram impossível, hoje é realidade com projeto, licitação e recursos, tudo pronto para os trilhos do desenvolvimento e progresso, chegarem em Cuiabá. Há décadas, o assunto era o sonho de um visionário, o saudoso Vicente Vuolo, agora, é uma necessidade, não só para capital, mas também, para todo estado potencializar sua economia e crescimento.

A gestão do governador, Mauro Mendes conseguiu colocar em pratica, o que para muitos críticos, não passava de uma utopia, sem analisar o impacto de melhoramento nas condições de vida do povo, já que com a chegada dos trilhos em Cuiabá, com a construção de um grande terminal ferroviário na região, terá impacto de imediato, desde as primeiras obras vão ter geração de emprego e renda, aquecendo todo setor econômico.

Foto por: Christiano Antonucci

“Gestão Mauro Mendes faz história com a chegada dos trilhos em Cuiabá”.

Com empresas, industrias, profissionais de vários segmentos, trabalhando a todo “vapor”, são na realidade, reflexos direto no mercado consumidos, desde o básico, com pessoas consumindo mais e melhor, modificando o dia a dia nos mercados, açougues, construção civil, concessionária de veículos, lojas de ruas e Shopping, entre outros, que para atender a demanda, terão que contratar colaboradores e oferecer mais produtos, em melhores condições, com faturamento muito maior.

“Chegada de mais industrias vão mudar o cotidiano da capital”.

Outro fato, é a mudança das características econômica de Cuiabá, que passa de prestadora de serviços, para o processo de industrialização, já que a região será uma localização estratégia, de chegada de matéria prima, como milho, soja, algodão, entre outras produções, que poderão ser beneficiadas, seguindo o produto industrializado, pronto para o mercado consumidor nacional e internacional.

“A industrialização é o caminho para o desenvolvimento da Baixada Cuiabana, de deixará de ser os “coitadinhos”, para o destaque de Mato Grosso”.

Tanto Cuiabá, como outras cidades vão entrar na linha do desenvolvimento, com mais oportunidades, melhores condições, assim, o governador, Mauro Mendes assina na próxima segunda-feira (20.09) o contrato para início da construção da ferrovia estadual, de Rondonópolis a Cuiabá e de Rondonópolis a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

Foto: Fernando Cunha/Vale)

A ferrovia

A assinatura do contrato autoriza a empresa a iniciar a construção de 730 quilômetros de linha férrea que vão interligar os municípios de Rondonópolis a Cuiabá, além de Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e que vão se conectar à malha ferroviária nacional, em direção ao Porto de Santos (SP).

“As obras terão investimentos que ultrapassam a casa dos R$ 11 bilhões”.

O projeto prevê investimento de R$ 11,2 bilhões para a implantação da ferrovia estadual. A partir do início das obras, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) ficará responsável pela fiscalização do andamento. Estudos realizados pela Rumo Logística indicam que mais de 230 mil empregos serão gerados durante os anos de construção da ferrovia.

“Estudos apontam que só com as obras serão gerados cerca de 230 mil empregos”.

A previsão é de que o trecho entre Rondonópolis e Cuiabá estará concluído e em funcionamento no ano de 2025; enquanto a operação no trecho Cuiabá a Lucas do Rio Verde deverá começar em 2028.

Uma vez implantada, a Rumo Logística fica autorizada a explorar a ferrovia pelo prazo de 45 anos, sendo que a infraestrutura ferroviária poderá ser compartilhada pela empresa vencedora, com outra empresa de transporte ferroviário que venha a prestar serviços no Estado.

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Governo cria grupo para analisar adição de biodiesel ao óleo diesel

Representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que cria grupo de trabalho para analisar a adição de biodiesel ao óleo diesel B, vendido ao consumidor final. O despacho foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União.

O grupo deverá propor critérios para a previsibilidade do teor mínimo obrigatório de biodiesel no óleo diesel. O relatório final deverá ser entregue ao CNPE em 30 dias, podendo ser prorrogado. A medida visa a proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta e garantir o suprimento de combustíveis em todo o território nacional.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que a criação do grupo tem três motivações principais. A primeira é subsidiar o CNPE, em caso de necessidade, na definição do teor de biodiesel adicionado ao diesel, por meio do estabelecimento de uma metodologia robusta e com critérios objetivos. Além disso, o tema poderá ser tratado por meio de grupo multidisciplinar, incluindo todas as áreas do governo afetas ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Por fim, dar previsibilidade do teor de biodiesel ao setor produtivo e à sociedade.

O grupo será composto por representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República, além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética.

Para subsidiar a elaboração da política pública, a resolução também determina que a ANP avalie e informe ao CNPE, no prazo máximo de 30 dias, se há alguma limitação, com a devida comprovação técnica, para a utilização do óleo diesel B até o teor de 15% de biodiesel em todos os seus usos, com relação aos aspectos de qualidade e logística,

Criado em 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel tem por objetivo implementar, de forma sustentável, a produção e o uso do combustível, visando ao desenvolvimento regional, à inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva e à redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. O programa se estrutura, entre outros aspectos, na mistura compulsória de biodiesel ao óleo diesel destinado ao consumidor final.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Política Nacional

 

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