VÁRZEA GRANDE

13 de Março

Senado aprova o projeto de lei que cria o feriado de Santa Dulce dos Pobres

A proposta segue para análise da Câmara dos Deputados e depois vai para a sanção presidencial.

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Política

Foto: TV Bahia

A Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto de lei que cria o feriado de Santa Dulce dos Pobres, a ser celebrado anualmente em 13 de março. O projeto que institui a homenagem (PL 4.028/2019) foi aprovado pela Comissão de Educação (CE) e segue para análise da Câmara dos Deputados.

O dia 13 de março foi escolhido por ser o dia da morte da religiosa. Porém, o relator do projeto na Comissão da Educação, o senador Flávio Arns (Podemos-PR), ressaltou que esse 13 de agosto já é tradicionalmente voltado à lembrança de Irmã Dulce na Bahia. 

A proposta de um “Dia de Santa Dulce dos Pobres’ agora precisa ser analisada na Câmara dos Deputados e, se aprovada, precisa de sanção presidencial para entrar em vigor.

História de Irmã Dulce

Nascida em Salvador, em 26 de maio de 1914, foi batizada como Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes. Desde jovem, já demonstrava inclinação à vida religiosa e ao auxílio dos pobres. Em 1933, foi aceita como noviça na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em São Cristóvão, no estado de Sergipe.

Em 13 de agosto de 1933, fez a sua profissão de fé e, enfim, tornou-se freira – daí nasce sua data litúrgica. Escolheu o nome de Irmã Dulce, em homenagem à mãe, Dulce Maria de Souza Brito, morta quando a freira tinha apenas sete anos. No ano seguinte, ela voltou à capital da Bahia, onde teve a missão de ser professora.

Irmã Dulce viveu até os 77 anos, falecendo em 13 de março de 1992, em Salvador.

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Mesas interativas serão usadas para inovar educação infantil em Sinop

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Foto: Prefeitura de Sinop-MT

Mais de 17 mil estudantes da rede pública municipal de Sinop (a cerca de 498 km de Cuiabá), começarão o ano letivo de 2022 equipados com 100 mesas digitais interativas e multidisciplinares. A tecnologia, direcionada aos alunos da educação infantil e ensino fundamental, funcionará como um complemento às atividades realizadas em sala de aula, agregando ao “Programa de Apoio Pedagógico Intensivo”, realizado nas 39 unidades, no reforço escolar contraturno. 

As mesas digitais contam com ecossistema de atividades digitais, em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular – BNCC e as diretrizes municipais curriculares da educação básica. São 16 aplicativos digitais com mais de 400 atividades educacionais instaladas. Além de português e matemática, a mesa oferece atividades de contação de histórias, com módulo de leitura simultânea de libras, quebra-cabeça, tabuada divertida, brinquemática, aprendizagem de linguagem de sinais e raciocínio lógico, dentre outras atividades.

Através de interativa amesa promove um aprendizado mais lúdico, divertido, e também soma para alfabetização, desenvolvimento do raciocínio lógico, coordenação motora, memorização, atenção, paciência e criatividade, dos alunos.

A mesa digital interativa é uma tecnologia que oferece possibilidades para uma prática pedagógica inovadora e inclusiva, destaca a secretária de Educação, Esporte e Cultura, Sandra Donato. “As atividades dessa ferramenta tecnológica incentivam o desenvolvimento físico, intelectual, psicológico e social das crianças. Elas manipulam materiais concretos e recursos digitais, exercitando a coordenação motora, o relacionamento e possibilitando a descoberta do mundo pelos temas abordados nessa faixa etária. Inserir as mesas digitais interativas como instrumento de apoio à aprendizagem no cotidiano escolar das crianças, que são cada vez mais seduzidas pelo potencial de interação e socialização dessas tecnologias, sem dúvida é o principal desafio de uma gestão pública”.

A gestora destaca ainda que os professores farão várias capacitações ao longo do ano letivo. “A capacitação será contínua com os professores e a equipe técnica. Também temos estagiários nos laboratórios, que poderão auxiliar os professores”, finaliza.

As mesas digitais interativas estão em consonância com a proposta curricular da rede, uma vez que a maioria das atividades propostas contemplam os eixos contidos na proposta curricular da política de ensino. Nelas as crianças são protagonistas no processo de aprendizagem, participam ativamente das atividades, de maneira colaborativa. Os professores, que buscavam uma inserção digital nas unidades educacionais, podem configurar atividades e contam com sugestões de encaminhamentos que auxiliam no processo ensino e aprendizagem.

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