VÁRZEA GRANDE

“Elemento Surpresa”

“Sem Mauro”: Seriam novos protagonistas para eleição 2022

Grupos estariam preparando “plano B”, em uma eventual desistência de reeleição do governador, Mauro Mendes.

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Política

As conversas estariam muito além do revelado, para evitar a situação característica de “calças curtas”, que já ocorreu, quando o ainda prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes tinha praticamente tudo para conquistar a reeleição, e nos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação, decidiu se resguardar, deixando o embate nas mãos de Emanuel Pinheiro e Wilson Santos que ingressou na disputa de última hora.

Desta forma, os grupos para evitar qualquer tipo de surpresa, já estariam se movimentando com duas peças principais, de um lado o senador, Jayme Campos (UB) e do outro, o também senador Carlos Fávaro (PSD).    

Para quem esperava uma disputa tranquila, voando em “céu de brigadeiro”, o sonho “cair por terra”, o grupo dos Campos já sairia com duas maiores cidades de Mato Grosso, Cuiabá com Emanuel Pinheiro, e Várzea Grande, com Kalil Baracat, há ainda quem diga que o maior grupo político de Rondonópolis, iria indicar o ou a vice, formando assim as três maiores cidades do estado.

“Para quem vem acompanhando as ações do senador, Jayme Campos, nota que “algo de errado não está certo”, ele iria ceder este período para o suplente Flávio Garcia justamente neste período pré-eleitoral, por que causa, circunstância ou razão, sem falar da utilização das redes socais por cada canto que passa, como também da intensidade, pelo que tudo indica, está andando mais do que quando estava exercendo o mandato de senador”.

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Segundo o “Aracuã do Pantanal”, o próximo final de semana será decisivo, com a previsão de chegada da primeira-dama do estado de Mato Grosso, Virginia Mendes quando poderá anunciar o fim do mistério de reeleição ou não.

Segundo fontes e de acordo com “Aracuã do Pantanal”, as conversas já estão bem avançadas, o efeito surpresa de uma eventual mudança de planos no partido, mais serviria para potencializar o plano B, estaria tudo pronto.

Já por outro lado, o senador Carlo Fávaro em breve ensaio mostrou o poderio do seu grupo, quando conseguiu reunir mais de 80 prefeitos, no evento do movimento suprapartidário “Avança Mato Grosso”, realizado em Cuiabá, evento este que vem ganhando cada vez mais adesão por onde passa, seguindo o estado todo.

Na composição do grupo de Fávaro, além do pré-candidato ao Senado da República, Neri Geller, dezenas de prefeitos, centenas de vereadores, somados às lideranças políticas e socais, fazem parte desta composição, que estaria sendo potencializada pelo “Agro”, regida pelo “maestro, Blairo Maggi”.

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Diante dos fatos históricos eleitorais em Mato Grosso, esta seria a primeira vez, que Jayme Campos iria dispensar o “cavalo arriado”, para encarar um verdadeiro embate contra Blairo Maggi, desmitificando de uma vez por todas, de quem é a maior liderança política de Mato Grosso ao eleger os seus aliados.

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Wilson Santos, Dr. Gimenez e Nininho votam por coligação de PSD com Márcia Pinheiro

Os deputados estaduais que eram da base do governador Mauro Mendes, votaram para que o partido coligasse com a candidatura de Márcia

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Foto: Assessoria

A atitude dos três parlamentares já está sendo considerada, inclusive dentro do próprio partido, como de traição, já que as demandas e reivindicações sempre foram atendidas pela atual gestão. E, principalmente, pelo fato de que até uma semana atrás os três parlamentares gritavam aos quatro cantos do Estado que o melhor para Mato Grosso seria a reeleição de Mauro Mendes.

Os deputados estaduais Wilson Santos, Dr. Gimenez e Nininho, que eram da base do governador Mauro Mendes, votaram para que o partido coligasse com a candidatura de Márcia Pinheiro ao Governo de Mato Grosso

Entre os aliados do governador que votaram pela não coligação do PSD com a candidatura de oposição, estão Irajá Resende de Lacerda, filho do ex-senador José Lacerda, Stephano Benevides do Carmo e Reck Júnior, que irão disputar um cargo político na próxima eleição. O atual senador Carlos Fávaro, que costurou a aproximação do PSD com Márcia Pinheiro, se eximiu de votar.

A traição dos parlamentares ao atual governo foi para defender a candidatura da esposa do prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro. Márcia é investigada pelo Ministério Público Estadual por suposto esquema na Secretaria Municipal de Saúde, na gestão atual da prefeitura.

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