VÁRZEA GRANDE

"Futuro promissor"

“Progresso com desenvolvimento e ganho social será provocado com a chegada do trem”, afirmou Max Russi

Chegada dos trilhos e a construção do terminal na capital, além de fomentar o agronegócio, vai também incentivar a instalação de indústrias na região.

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Política

Da Redação

Enquanto muitas pessoas ainda estão comemorando o ato de assinatura do contrato do Governo do Estado, com a empresa Rumo, para a construção da 1ª Ferrovia Estadual do Brasil, ligando a cidade de Rondonópolis a Cuiabá, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, já fala do desenvolvimento industrial, que irá proporcionar diretamente, melhores condições de vida ao povo de Mato Grosso.

Max Russi estima que com a chegada dos trilhos e a construção do terminal na capital, além de fomentar o agronegócio, vai também incentivar a instalação de indústrias na região, gerando insumos, resultando diretamente em competitividade no mercado, e reduzindo os preços dos produtos.

“Vai sobrar dinheiro do bolso do mato-grossense”, declarou Max.

Que a chegada do trem, cogita a criação de 230 mil empregos diretos e indiretos, já foi divulgado, agora, as estimativas estão por conta das instalações das novas industrias, que mesmo durante o evento de assinatura do contrato de construção, já foi anunciado pelo governador, Mauro Mendes, o interesse de duas grandes empresas, sendo uma esmagadora de soja e outra de etanol, em investir na região.

No evento, o presidente da Assembleia, ainda falou da importância dos trabalhos realizados pelos parlamentares, que contribuíram para a realização desta obra, quando fizeram suas análises, votaram e aprovam o Projeto de Lei, com eficiência, possibilitando assim, o desenvolvimento dos trabalhos do governo do estado, para realização desta obra.

“Não estamos falando de uma simples obra, é a chegada do desenvolvimento e progresso, possibilitando a revolução industrial para três polos no estado, não vamos mais comercializar apenas produtos primários, vamos agregar valor, gerar riqueza, transformando as matérias primas em produção industrializadas, prontas para consumo, quem ganha com isso é o povo de Mato Grosso”, disse Max.

Para o deputado, praticamente todos os setores serão beneficiados, já que instalando industrias, terá que ter os fornecedores, produzindo mais e melhor, como também, para essa produção sair do campo e chegar nas industrias, a logística terá que ser mais eficiente, movimentando assim toda economia, fazendo verdadeiramente, Mato Grosso crescer.

“Temos que parabeniza a união entre os poderes para a realização deste feito, a gestão do governador, Mauro Mendes não mediu esforços, sabemos que há décadas este projeto não saia do papel, mas agora o sonho está virando realidade, o trem está chegando em Cuiabá, que irá proporcionar melhores condições de vida para nossa população”, afirmou o deputado Max Russi.

Foto: Secom-MT

Foto: Fablício Rodrigues/ALMT

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Governo cria grupo para analisar adição de biodiesel ao óleo diesel

Representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que cria grupo de trabalho para analisar a adição de biodiesel ao óleo diesel B, vendido ao consumidor final. O despacho foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União.

O grupo deverá propor critérios para a previsibilidade do teor mínimo obrigatório de biodiesel no óleo diesel. O relatório final deverá ser entregue ao CNPE em 30 dias, podendo ser prorrogado. A medida visa a proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta e garantir o suprimento de combustíveis em todo o território nacional.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que a criação do grupo tem três motivações principais. A primeira é subsidiar o CNPE, em caso de necessidade, na definição do teor de biodiesel adicionado ao diesel, por meio do estabelecimento de uma metodologia robusta e com critérios objetivos. Além disso, o tema poderá ser tratado por meio de grupo multidisciplinar, incluindo todas as áreas do governo afetas ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Por fim, dar previsibilidade do teor de biodiesel ao setor produtivo e à sociedade.

O grupo será composto por representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República, além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética.

Para subsidiar a elaboração da política pública, a resolução também determina que a ANP avalie e informe ao CNPE, no prazo máximo de 30 dias, se há alguma limitação, com a devida comprovação técnica, para a utilização do óleo diesel B até o teor de 15% de biodiesel em todos os seus usos, com relação aos aspectos de qualidade e logística,

Criado em 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel tem por objetivo implementar, de forma sustentável, a produção e o uso do combustível, visando ao desenvolvimento regional, à inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva e à redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. O programa se estrutura, entre outros aspectos, na mistura compulsória de biodiesel ao óleo diesel destinado ao consumidor final.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Política Nacional

 

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