VÁRZEA GRANDE

"Solidariedade"

Primeira-dama de MT idealiza investimentos em diversos programas sociais

Aproximadamente R$ 500 milhões já foram investidos no social

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Política

Foto: Jana Pessoa/Secom-MT

Os diversos programas sociais executados pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Ação Social e Cidadania (SETASC), são idealizados pela primeira-dama do Estado Virginia Mendes, voluntária na atual gestão. O primeiro programa entregue foi o Ser Família Emergencial, em razão das necessidades sociais por decorrência da pandemia Covid 19 com a transferência de renda às famílias em situação de extrema pobreza. Desde então, a cada bimestre 21 milhões são investidos, beneficiando 105.958 famílias cadastradas nos 141 municípios no CADÚNICO. 

 Conforme o balanço da SETASC, já foram entregues 1.121 cestas básicas de alimentos e de kits de produtos de higiene e de limpeza; foram doados  40 mil filtros de barro à famílias carentes; 516 mil cobertores; e ainda foram adquiridas 2 mil bengalas e regletes (instrumentos para escrita Braille), investimento de R$ 123 milhões. 

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 Outro programa importante é o Ser Criança, com o objetivo de atender crianças entre 04 e 12 anos em situação de vulnerabilidade. O projeto é uma parceria do governo do estado e municípios. O piloto está em construção no município de Poconé, vai contemplar 400 crianças. O custo da obra é de R$ 2.215.780,74. O projeto foi elaborado pelo MT Par, a engenharia é por conta da SETASC, a obra foi licitada e é acompanhada pela Casa Civil. 

 “O projeto Ser Criança foi pensado com muito carinho. Nele os pequeninos terão acompanhamento de profissionais habilitados para o desenvolvimento das atividades, incluindo oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais distribuídas em programas específicos. Vamos ampliar o atendimento a outros municípios, o total do programa é de R$ 7.094.683,18”, contou a primeira-dama de MT. 

Inclusão no mercado de trabalho  

O Governo do Estado investiu em capacitação por meio do Programa Ser Família, desde a pandemia em cerca de 10 mil vagas, uma parceria da SETASC com o Senac e Senai.  Ao todo, um investimento de R$ 6 milhões. A previsão para 2023 é ampliar o número para 50 mil vagas, na ordem de R$ 68 milhões. 

 “O nosso compromisso é desenvolver o social como um todo, fazer com que o maior número de pessoas deixe de ser dependente do estado, conquistando a independência financeira através da capacitação profissional”, ratificou Virginia. 

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Habitação 

 A retomada da construção de casas populares é um avanço. O governo retomou e entregou 3.456 casas contemplando famílias nos municípios de: Cuiabá; Várzea Grande; Campo Novo do Parecis; Lucas do Rio Verde.  No mesmo período deu continuidade à construção de outras 4.076 unidades habitacionais com obras em andamento em Poconé; Várzea Grande; Sinop e Barra do Garças. Investimentos de R$

40,6 milhões. 

 Em julho deste ano, foi lançado por meio de termo de adesão assinado por 69 municípios, a construção de mais 3.140 casas, que serão construídas a partir de 2023. O investimento no programa Ser Família Habitação idealizado pela primeira-dama do estado é de R$ 210 milhões. 

 “Há muito tempo as famílias mato-grossenses esperavam por um programa para a habitação. Vamos dar continuidade e garantir o cumprimento do decreto 1.398/2022. Isso só é possível porque o Governo do Estado devolveu a dignidade à população. É importante que os mato-grossenses saibam que os recursos são oriundos da receita própria”, destacou Virginia Mendes. 

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Mato Grosso é o terceiro Estado do país com menos pessoas em situação de extrema pobreza

O Estado subiu duas posições em 2021, quando comparado a 2020, e está atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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Foto: Jana Pessoa/Secom-MT

Mato Grosso subiu duas posições entre os Estados Brasileiros com menor número de pessoas vivendo na extrema pobreza – isto é, com renda diária abaixo de US$ 1,99 (ou pouco mais de R$ 10 no câmbio desta segunda-feira 05.12) -, ocupando atualmente o terceiro lugar, atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2020, o Estado ocupava a quinta colocação, atrás não só Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que mantiveram as primeiras posições, como de Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, que caíram, respectivamente, para a quinta e sétima posições.

Em relação à região Centro-Oeste, Mato Grosso também subiu duas posições. Enquanto em 2020, estava atrás de Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, em 2021 passou a ser o primeiro com menos pessoas em situação de extrema pobreza.  

Tanto as regiões Sul, em primeiro lugar, quanto a Centro-Oeste mantiveram suas posições em 2020 e 2021, assim como o Nordeste que continua em último lugar no ranking nacional. É também do Nordeste o estado brasileiro com maior percentual de pessoas extremamente pobres – Maranhão.

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Pelos critérios dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e recomendações do Banco Mundial, a pobreza extrema é caracterizada por uma renda familiar, per capita disponível, inferior a US$ 1,90 por dia, o equivalente a um rendimento médio mensal de R$ 168 por pessoa em 2021, na conversão pelo método Paridade por Poder de Compra (PPC).

Para o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, Virginia Mendes, Mato Grosso galgou estes dois degraus e atingiu tal patamar graças ao apoio a pessoas em situação de extrema pobreza.

“Estamos trabalhando para fazer ainda mais pelos que mais precisam e, por isso, nunca se investiu tanto no social como nesses últimos anos. Todos os programas Ser Família, liderados pela primeira-dama Virginia Mendes de forma voluntária, tiveram um cuidado especial de olhar com carinho para os mais vulneráveis, para garantir segurança alimentar e moradias dignas, além de investimentos em qualificação profissional, para melhorar a renda das famílias”, destacou Mauro Mendes, acrescentando que 19 mil pessoas foram qualificadas para o mercado de trabalho e outras 50 mil novas vagas foram contratadas pelo Estado para 2023.

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Segurança alimentar

Em quatro anos, pelo programa Ser Família Solidário, foram distribuídas mais de 1,3 milhão de cestas básicas, em parceria com prefeituras e instituições filantrópicas, para as famílias mais carentes. Esta ação possibilitou alimento na mesa nos períodos mais críticos da pandemia e do pós-pandemia.

Além disso, o Estado implantou o programa Ser Família Emergencial, que beneficiou 100 mil famílias com a entrega de cartões para compra de alimentos. São R$ 200 pagos a cada dois meses.

O governo ainda forneceu mais de 585 mil refeições pelo Restaurante Prato Popular, ao valor de R$ 1, e com marmitas às pessoas em situação de rua, em Cuiabá.

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