VÁRZEA GRANDE

Construção da 1ª ferrovia estadual de MT

Prefeito de Lucas do Rio Verde destaca agilidade do Governo

Segundo o gestor municipal, a decisão do governador Mauro Mendes em criar uma Lei Estadual para autorizar a rodovia foi muito eficiente

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Política

Foto: Mayke Toscano - Secom-MT

O prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, destacou a agilidade do Governo de Mato Grosso para a construção da primeira ferrovia estadual. Segundo o gestor municipal, a decisão do governador Mauro Mendes em criar uma Lei Estadual para autorizar a rodovia foi muito eficiente.

“O governador tomou uma decisão muito eficiente. Com base numa lei Federal, foi criada uma Estadual para autorizar a rodovia. A ação dos deputados também foi fundamental para soltar esse investimento. Normalmente é mais demorado, mas o Estado chamando para si a responsabilidade ganhou uma agilidade muito eficiente cumprindo todos os prazos legais em tempo recorde. Foi um ganho muito grande para o Estado de Mato Grosso e país. É um grande feito e servirá de exemplo para outros Estados para tomar a mesma decisão”, ressaltou o prefeito para o site Só Notícias, nesta quarta-feira (15.09).

Miguel Vaz destacou a expectativa de geração de empregos, renda e competitividade de mais investimentos para toda a região com o novo modal.

“Não será só o setor de grãos que será beneficiado, pois o trem transportará combustível, madeira, carne, entre outros produtos. Vai levar nossa produção de pipoca, feijões, que vão para exportação. Além disso, poderemos ter retorno dos fertilizantes, sementes, mercadores para o atacado, linha branca de eletrodomésticos. É uma gama de oportunidades que será gerada. Por isso, temos que abrir as portas, preparar o município para receber todos esses investimentos”, afirmou ele.

O governador Mauro Mendes assina na próxima segunda-feira (20.09) o contrato para início da construção da ferrovia estadual, de Rondonópolis a Cuiabá e de Rondonópolis a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

A ferrovia

A assinatura do contrato autoriza a empresa a iniciar a construção de 730 quilômetros de linha férrea que vão interligar os municípios de Rondonópolis a Cuiabá, além de Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e que vão se conectar à malha ferroviária nacional, em direção ao Porto de Santos (SP).

O projeto prevê investimento de R$ 11,2 bilhões para a implantação da ferrovia estadual. A partir do início das obras, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) ficará responsável pela fiscalização do andamento. Estudos realizados pela Rumo Logística indicam que mais de 230 mil empregos serão gerados durante os anos de construção da ferrovia.

A previsão é de que o trecho entre Rondonópolis e Cuiabá estará concluído e em funcionamento no ano de 2025; enquanto a operação no trecho Cuiabá a Lucas do Rio Verde deverá começar em 2028.

Uma vez implantada, a Rumo Logística fica autorizada a explorar a ferrovia pelo prazo de 45 anos, sendo que a infraestrutura ferroviária poderá ser compartilhada pela empresa vencedora com outra empresa de transporte ferroviário que venha a prestar serviços no Estado.

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Política

Governo cria grupo para analisar adição de biodiesel ao óleo diesel

Representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que cria grupo de trabalho para analisar a adição de biodiesel ao óleo diesel B, vendido ao consumidor final. O despacho foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União.

O grupo deverá propor critérios para a previsibilidade do teor mínimo obrigatório de biodiesel no óleo diesel. O relatório final deverá ser entregue ao CNPE em 30 dias, podendo ser prorrogado. A medida visa a proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta e garantir o suprimento de combustíveis em todo o território nacional.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que a criação do grupo tem três motivações principais. A primeira é subsidiar o CNPE, em caso de necessidade, na definição do teor de biodiesel adicionado ao diesel, por meio do estabelecimento de uma metodologia robusta e com critérios objetivos. Além disso, o tema poderá ser tratado por meio de grupo multidisciplinar, incluindo todas as áreas do governo afetas ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Por fim, dar previsibilidade do teor de biodiesel ao setor produtivo e à sociedade.

O grupo será composto por representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República, além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética.

Para subsidiar a elaboração da política pública, a resolução também determina que a ANP avalie e informe ao CNPE, no prazo máximo de 30 dias, se há alguma limitação, com a devida comprovação técnica, para a utilização do óleo diesel B até o teor de 15% de biodiesel em todos os seus usos, com relação aos aspectos de qualidade e logística,

Criado em 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel tem por objetivo implementar, de forma sustentável, a produção e o uso do combustível, visando ao desenvolvimento regional, à inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva e à redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. O programa se estrutura, entre outros aspectos, na mistura compulsória de biodiesel ao óleo diesel destinado ao consumidor final.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Política Nacional

 

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