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"Preservação"

MT vai à COP 26 apresentar ao mundo que é possível produzir e conservar o meio ambiente

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Política

O governador Mauro Mendes viaja nesta terça-feira (26.10) para participar das discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021, a COP 26, na Dinamarca e Escócia. Ele permanece em viagem até o dia 8 de novembro.

Além de Mauro Mendes, outros nove servidores compõem a comitiva do Governo de Mato Grosso na conferência.

Na pauta das discussões, o governador apresentará as metas alcançadas por Mato Grosso em produção sustentável e conservação do meio ambiente. O Estado é um dos maiores produtores agrícolas e mantém 62% do território preservado. Além disso, aderiu à campanha “Race to Zero” (Corrida para o Zero), das Nações Unidas, com a meta arrojada de neutralizar as emissões de carbono até 2035, já que a meta mundial do programa é até 2050.

“É possível que Mato Grosso alcance a meta não por aquilo que nós vamos fazer, mas pelo que já estamos fazendo. Essa é a grande diferença. Não vamos começar agora a estruturar ações para a descarbonização da economia. Já existem ações que apresentamos, uma estratégia com 12 eixos, que já são trabalhados em Mato Grosso. Trataremos sobre essas questões durante a COP 26 e também aproveitaremos a oportunidade para mostrar que Mato Grosso é o melhor Estado para os investidores internacionais”, conta o governador.

Mauro Mendes embarca para a Dinamarca na terça-feira (26) e chega em Copenhagen na noite de quarta-feira (27), onde permanecerá até o dia 30 de outubro (sábado). Durante a semana, ele cumprirá a seguinte agenda:

– Conferência “Contribuição Brasileira e Dinamarquesa para o Desafio do Fornecimento de Alimentos Sustentáveis 2021”

– Audiência com o presidente do Comitê de Clima, Energia e Infraestrutura do Parlamento Dinamarquês

– Recepção da delegação de MT na residência do embaixador

–  Audiência no Ministério da Agricultura da Dinamarca

– Encontro com investidores alemães

– Copenhagen Infraestructure Partners (CIP) sobre Power to X

No sábado (30.10) a noite, ele chega em Glasgow, na Escócia, para a semana da COP 26, com os seguintes compromissos:

– Side Event com o governo da Holanda

– Programa geral da COP 26, com pauta de finanças

– Apresentação do programa Carbono Neutro MT

– Programa Geral da COP 26, com pauta de energia

– Side event – Earth Inovation Institute

– Amazon Day – reunião promovida pelo GCF com governadores da Amazônia

– Painel “Finanças para infraestrutura sustentável”, promovido pela Embaixada do Reino Unido, com o príncipe Charles e investidores

– Evento ICV para atrair investidores privados em apoio às iniciativas de Mato Grosso no âmbito da PCI

– Assembleia Coalizão Under2

– Evento “How Can Satellites Help Save the Forests?”

– Encontro com investidores

O governador retorna para o Brasil na segunda-feira (08.11) e chega em Cuiabá na terça-feira (09.11). Outros membros da comitiva podem retornar antes ou após a permanência do governador nos países.

Comitiva

Fazem parte da comitiva do Governo, além de Mauro Mendes, os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Mauren Lazzaretti (Meio Ambiente), Rogério Gallo (Fazenda), César Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Alex Marega (Executivo de Meio Ambiente). Também estão na comitiva a assessora de Assuntos Internacionais, Rita Chiletto, o ajudante de ordens Ricardo Mendes, e representantes da Empaer, Daniela de Melo e Marcos Balbino.

A primeira-dama Virginia Mendes e a esposa de Mauro Carvalho, Monica Carvalho, acompanharão a comitiva, sem custeio das despesas pelo Estado. Ou seja, ambas irão com recursos próprios.

Governador em exercício

Durante o período em que o governador estiver fora, o vice-governador Otaviano Pivetta assumirá a administração do Governo do Estado, como governador em exercício.

Foto: Mayke Toscano – Secom MT

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Ministro afirma que recuperou parte do orçamento da Ciência e Tecnologia

Pontes comentou sobre a importância do Auxílio Brasil incluir uma Bolsa de Iniciação Científica Júnior para alunos que se destacam em olimpíadas científicas.

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasi

Durante uma entrevista para o programa A Voz do Brasil, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, disse que espera conseguir recuperar parte do orçamento da pasta que havia sido contingenciada na proposta de Orçamento de 2022. “Conversei com o ministro da Economia Paulo Guedes, com a ministra da Secretaria de Governo Flávia Arruda também, e dessa reposição do Orçamento da pasta e tinha ficado estabelecido algo em torno de R$ 300 milhões”, disse Pontes.

Segundo o ministro, parte destes R$ 300 milhões deve entrar na semana que vem. “R$ 151 milhões, que já é um recurso que nós vamos utilizar para operacionalizar uma parte, já foi feito o edital, das bolsas do chamado Universal, que irriga a pesquisa brasileira e é extremamente importante”.

Pontes comentou sobre a importância do Auxílio Brasil incluir uma Bolsa de Iniciação Científica Júnior para alunos que se destacam em olimpíadas científicas. O ministério tem atualmente 62 olimpíadas científicas e alunos brasileiros têm conquistado prêmios não apenas nas competições nacionais, mas também nas internacionais.

“Certamente isso vai trazer para os pais a certeza que investir na educação, colocar os filhos para estudar, é uma coisa que vale a pena para o futuro deles e vale a pena para o presente em termos de renda”, disse. Pontes explicou que a bolsa de iniciação científica traz a “metodologia científica” para a vida destes estudantes e disse que está comprovado, por meio de estudos, que “alunos que participam da iniciação científica têm muitos melhores resultados na educação e na vida profissional depois.”

O ministro também falou sobre a plataforma Adapta Brasil, lançada no mês passado e que consolida, integra e dissemina informações sobre os impactos das mudanças climáticas no território nacional.  “Nós fizemos um teste primeiro com algumas cidades do Brasil e, agora, [a plataforma] já está disponível para todos os municípios brasileiros. É um auxílio aos gestores. Você consegue através dessa ferramenta fazer análises de curto prazo, de médio prazo e até de longo prazo, em muitos casos, socioeconômicas e as influências da meteorologia e das mudanças climáticas para aquela região, tanto numa perspectiva otimista, quanto da mais pessimista”, disse.

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