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MT institui política estadual de busca de pessoas desaparecidas

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Mato Grosso instituiu a Lei 11.601/21, sobre a Política Estadual de Busca de Pessoas Desaparecidas, de autoria do deputado Eduardo Botelho (DEM). A nova lei será nos moldes da Lei Federal 13.812, de março de 2019, que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e criou o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas e altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, referente ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

Com o intuito de contribuir para a procura e a localização de pessoas desaparecidas, seguindo diretrizes importantes como o desenvolvimento de programas; ações de inteligência e articulação entre órgãos públicos e unidades policiais; apoio à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico voltados às análises que auxiliem e contribuam para a elucidação dos fatos do desaparecimento e participação dos órgãos públicos e sociedade civil organizada.

Diversos representantes dos institutos de identificação; do Ministério Público; da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); da Defensoria Pública e dos conselhos tutelares. Informações contendo dados básicos das pessoas desaparecidas na Internet também devem ser incluídas.  

Também há o cadastro de pessoas desaparecidas deve ser consultado antes da conclusão da matrícula do aluno nas escolas da rede pública. Inconsistência nas informações será notificada imediatamente à autoridade competente.  

O deputado destaca que o desaparecimento de pessoas gera muita angústia e desespero aos familiares. Então surgiu a importância da proposta em âmbito estadual, com um banco de dados para interligar ao Sistema Nacional de Informações, que é a Rede Infoseg, da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça, contendo as características físicas e genéticas para ajudar na localização de desaparecidos.

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Mesas interativas serão usadas para inovar educação infantil em Sinop

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Foto: Prefeitura de Sinop-MT

Mais de 17 mil estudantes da rede pública municipal de Sinop (a cerca de 498 km de Cuiabá), começarão o ano letivo de 2022 equipados com 100 mesas digitais interativas e multidisciplinares. A tecnologia, direcionada aos alunos da educação infantil e ensino fundamental, funcionará como um complemento às atividades realizadas em sala de aula, agregando ao “Programa de Apoio Pedagógico Intensivo”, realizado nas 39 unidades, no reforço escolar contraturno. 

As mesas digitais contam com ecossistema de atividades digitais, em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular – BNCC e as diretrizes municipais curriculares da educação básica. São 16 aplicativos digitais com mais de 400 atividades educacionais instaladas. Além de português e matemática, a mesa oferece atividades de contação de histórias, com módulo de leitura simultânea de libras, quebra-cabeça, tabuada divertida, brinquemática, aprendizagem de linguagem de sinais e raciocínio lógico, dentre outras atividades.

Através de interativa amesa promove um aprendizado mais lúdico, divertido, e também soma para alfabetização, desenvolvimento do raciocínio lógico, coordenação motora, memorização, atenção, paciência e criatividade, dos alunos.

A mesa digital interativa é uma tecnologia que oferece possibilidades para uma prática pedagógica inovadora e inclusiva, destaca a secretária de Educação, Esporte e Cultura, Sandra Donato. “As atividades dessa ferramenta tecnológica incentivam o desenvolvimento físico, intelectual, psicológico e social das crianças. Elas manipulam materiais concretos e recursos digitais, exercitando a coordenação motora, o relacionamento e possibilitando a descoberta do mundo pelos temas abordados nessa faixa etária. Inserir as mesas digitais interativas como instrumento de apoio à aprendizagem no cotidiano escolar das crianças, que são cada vez mais seduzidas pelo potencial de interação e socialização dessas tecnologias, sem dúvida é o principal desafio de uma gestão pública”.

A gestora destaca ainda que os professores farão várias capacitações ao longo do ano letivo. “A capacitação será contínua com os professores e a equipe técnica. Também temos estagiários nos laboratórios, que poderão auxiliar os professores”, finaliza.

As mesas digitais interativas estão em consonância com a proposta curricular da rede, uma vez que a maioria das atividades propostas contemplam os eixos contidos na proposta curricular da política de ensino. Nelas as crianças são protagonistas no processo de aprendizagem, participam ativamente das atividades, de maneira colaborativa. Os professores, que buscavam uma inserção digital nas unidades educacionais, podem configurar atividades e contam com sugestões de encaminhamentos que auxiliam no processo ensino e aprendizagem.

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