VÁRZEA GRANDE

“Carta na Mesa”

MDB nervoso não abre mão da vice: quem tem o “A”?

Este agente tem tudo para trilhar um futuro promissor, desde que siga nas mãos de quem sabe.

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Política

Após várias reuniões do partido, informações de integrantes apontam que a sigla busca seguir na velha estrada, chegar novamente ao poder da mesma forma como aconteceu com o governador das obras da Copa de 2014.

Durante os últimos dias, algumas cogitações tomaram conta dos bastidores da política de Mato Grosso, porém todas as atividades têm algo em comum, a busca pela tão sonhada vaga de vice-governador do estado, compondo a possível chapa de reeleição do governador Mauro Mendes.

Entre as siglas que buscam emplacar seus preferidos, é claro que não poderia faltar o MDB, que teve de uma das suas lideranças a revelação que o partido tem “Carta na Mesa”, com poderio suficiente para emplacar o nome do vice.

Por outro lado, dados históricos apontam que este caminho já foi trilhado, em um passado não muito distante, e que o resultado não foi muito positivo para o povo de Mato Grosso, já que até hoje, a população ainda sofre com as cicatrizes deixadas por aquele governo, além do “Minhocão Branco” ilustrado nas principais avenidas de Cuiabá e Várzea Grande, considerado por muitos como o maior rombo dos cofres público da história do estado, muitos fatos, lendas e mistérios de bilhões, ainda continuam ocultos, resultando única e exclusivamente em prejuízos aos bolsos do povo mato-grossense.

A frase popular: “Quem bate esquece, quem apanha não esquece” pode ser decisiva na escolha do vice, já que este agente tem tudo para trilhar um futuro promissor, desde que siga nas mãos de quem sabe, porém cabe aos dados de pesquisa popular, juntamente com apoio de lideranças da maioria do grupo, definir, realmente, quem será o privilegiado da vez.

As movimentações estão apontadas para uma disputa precoce para vice, o natural seria para escolha dos nomes que irão disputar a cadeira de governador do estado, o que indica uma tendência de planos para o futuro, afinal, “pra que gastar tanta sola de sapato”, se pode pegar uma carona?

 

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Foto: blogdojorgevieira

 

 

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Governo cria grupo para analisar adição de biodiesel ao óleo diesel

Representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que cria grupo de trabalho para analisar a adição de biodiesel ao óleo diesel B, vendido ao consumidor final. O despacho foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União.

O grupo deverá propor critérios para a previsibilidade do teor mínimo obrigatório de biodiesel no óleo diesel. O relatório final deverá ser entregue ao CNPE em 30 dias, podendo ser prorrogado. A medida visa a proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta e garantir o suprimento de combustíveis em todo o território nacional.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que a criação do grupo tem três motivações principais. A primeira é subsidiar o CNPE, em caso de necessidade, na definição do teor de biodiesel adicionado ao diesel, por meio do estabelecimento de uma metodologia robusta e com critérios objetivos. Além disso, o tema poderá ser tratado por meio de grupo multidisciplinar, incluindo todas as áreas do governo afetas ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Por fim, dar previsibilidade do teor de biodiesel ao setor produtivo e à sociedade.

O grupo será composto por representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República, além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética.

Para subsidiar a elaboração da política pública, a resolução também determina que a ANP avalie e informe ao CNPE, no prazo máximo de 30 dias, se há alguma limitação, com a devida comprovação técnica, para a utilização do óleo diesel B até o teor de 15% de biodiesel em todos os seus usos, com relação aos aspectos de qualidade e logística,

Criado em 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel tem por objetivo implementar, de forma sustentável, a produção e o uso do combustível, visando ao desenvolvimento regional, à inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva e à redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. O programa se estrutura, entre outros aspectos, na mistura compulsória de biodiesel ao óleo diesel destinado ao consumidor final.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Política Nacional

 

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