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Reintegração

Max Russi lidera articulação para impedir despejo de mais de 650 famílias em Cuiabá

Como primeira medida, Max Russi anunciou que a Procuradoria da ALMT ingressará no processo como amicus curiae

Publicado em

Política

Crédito:Anny Gondin

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, assumiu protagonismo na tentativa de evitar o despejo de mais de 650 famílias em Cuiabá, após decisão judicial que determinou a reintegração de posse de imóveis ligados à massa falida da Trese Construtora.

Na tarde de segunda-feira (13), Russi se reuniu com moradores do Residencial Villas das Minas e dos condomínios Lavras do Sul I e II para ouvir as demandas e alinhar estratégias de defesa. Sensibilizado com a situação, o parlamentar destacou que muitos residentes vivem no local há décadas e investiram recursos próprios para concluir os imóveis.

Como primeira medida, Max Russi anunciou que a Procuradoria da ALMT ingressará no processo como amicus curiae, reforçando juridicamente a defesa das famílias e buscando garantir o direito constitucional à moradia.

Além disso, o deputado informou que pretende abrir diálogo direto com a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Clarice Claudino da Silva, com o objetivo de apresentar a gravidade do caso e tentar suspender a ordem de despejo, expedida pelo juiz Márcio Aparecido Guedes.

Russi também propôs a criação de uma força-tarefa jurídica e institucional para buscar uma solução conciliatória, evitando o que classificou como um possível “caos social” diante da retirada em massa das famílias.

Durante a reunião, o parlamentar reafirmou o compromisso da Assembleia em atuar ao lado dos moradores, destacando que a prioridade será garantir uma solução justa e humana para o conflito.

A atuação de Max Russi foi recebida com expectativa pela comunidade, que vê na intervenção do presidente da ALMT uma chance de reverter ou ao menos adiar o despejo, enquanto se busca uma solução definitiva para o impasse.

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Max Russi defende soluções para segurança, inclusão e conflitos sociais durante coletivo

Encerrando a entrevista, o deputado tratou do conflito fundiário que envolve centenas de famílias e pode resultar em despejos

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Crédito:reproduçãoOmatogrosso

Nesta quarta-feira (15), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, concedeu entrevista coletiva à imprensa e comentou temas prioritários em debate no Parlamento.

Logo no início, o deputado abordou a segurança viária e a proteção de órgãos públicos, destacando a necessidade de organização e planejamento. Segundo ele, estruturas de proteção devem ser mantidas, mas com sinalização adequada para evitar acidentes. Russi lamentou episódios recentes com vítimas e afirmou que o Poder Executivo precisa adotar medidas urgentes para evitar novas tragédias.

Na sequência, o presidente falou sobre os direitos das pessoas com deficiência no transporte público. Ele reconheceu a existência de demandas, especialmente no interior do estado, e defendeu a retomada de políticas que garantam acessibilidade e apoio a esse público. Apesar disso, ponderou que mudanças legislativas podem enfrentar entraves jurídicos, já que o tema já foi alvo de questionamentos anteriores.

Durante a coletiva, Russi também comentou o plano de mobilidade urbana, com foco nas emendas que propõem a gratuidade do transporte intermunicipal para estudantes. Ele declarou apoio à proposta, classificando-a como justa, mas ressaltou que a aprovação depende do conjunto dos parlamentares.

Encerrando a entrevista, o deputado tratou do conflito fundiário que envolve centenas de famílias e pode resultar em despejos. Demonstrando preocupação, afirmou que a Assembleia já atua no caso e buscará diálogo com o Judiciário para evitar um impacto social. Russi enfatizou que muitas famílias vivem há décadas nas áreas e adquiriram os imóveis de boa-fé, defendendo a construção de um acordo equilibrado que garanta justiça e dignidade aos moradores.

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