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Apoio político

Mauro Mendes declara apoio incondicional à possível candidatura de Pivetta ao governo em 2026

“Ele vai ter o meu apoio incondicional em 2026”, declarou   Mauro Mendes.

Publicado em

Política

SECOM/MT

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), celebrou os resultados da pesquisa do Instituto Percent Brasil, divulgada nesta segunda-feira (3), que apontam o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como líder nas intenções de voto para as eleições estaduais de 2026.

“Fico feliz, porque ele tem o meu apoio. Já falei isso várias vezes. Pela história que ele construiu e pelo comportamento dele durante todo esse período no governo”, afirmou Mendes durante a posse de Max Russi (PSB) como presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Compromisso com Pivetta

O governador reforçou seu apoio ao projeto político do vice-governador e garantiu total comprometimento com sua possível candidatura.

“Ele vai ter o meu apoio incondicional em 2026”, declarou   Mauro Mendes.

Apesar da manifestação de apoio, Mendes ponderou que ainda é cedo para cravar cenários eleitorais. “Ainda falta muito tempo para as eleições. É muito cedo para falar sobre isso”, disse.

Pesquisa Percent

O levantamento realizado pelo Instituto Percent Brasil indicou que Otaviano Pivetta lidera a disputa com 19,2% das intenções de voto entre os eleitores cuiabanos. O senador Wellington Fagundes (PL) aparece em segundo lugar, com 15%, seguido pelo senador Jayme Campos (União), com 9%, e pelo empresário Odílio Balbinoti, que soma 7,3%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 30 de janeiro, entrevistando 600 pessoas na capital. O estudo foi encomendado pela TV Cuiabá e pelo portal O Documento.

Dos entrevistados, 24,2% afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 14,5% não souberam responder e 10,8% preferiram não opinar. A margem de erro do levantamento é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

Fonte: Eduarda Fernandes e Karine Arruda – Repórter MT
Foto: Lucas Rodrigues/Secom-MT

 

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Política

Lula pede ao Conselhão estudo sobre fim da jornada 6×1 e redução da carga de trabalho

Presidente propõe ao Conselhão debater o fim da escala 6 dias de trabalho por 1 de folga e redução da jornada para melhorar qualidade de vida do trabalhador

Publicados

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Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (Conselhão) que avalie formas de viabilizar a redução da jornada de trabalho no Brasil. A sugestão foi feita durante reunião realizada nessa quinta-feira (4/12). Ele defendeu, inclusive, o fim da chamada “jornada 6 por 1”, que prevê seis dias de trabalho por um de descanso.

“Por que então não reduziu a jornada de trabalho? Para que serviu todos esses avanços tecnológicos, então? O que é reduzir essa jornada, de 44 horas semanais para 40? Qual é o prejuízo que isso tem para o mundo? Nenhum”, argumentou.

Não colhem os benefícios

Lula criticou o fato de que, apesar da tecnologia ter elevado significativamente a produtividade, os trabalhadores não estariam colhendo os benefícios em termos de qualidade de vida. Ele relembrou sua época de sindicalista, quando a produção aumentava e a estrutura de trabalho era muito diferente.

Atualmente, tramita no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de acabar com a escala 6×1. Em sua fala, Lula sugeriu que o Conselhão estude “com muito carinho” essa possibilidade nas próximas reuniões.

Medidas mais eficazes contra o feminicídio

Além da jornada de trabalho, o presidente pediu ao órgão que proponha medidas mais eficazes de combate a crimes graves, como feminicídio e pedofilia, em referência a um caso recente em São Paulo, em que uma mulher teve as pernas mutiladas após ser atropelada e arrastada por um homem.

O Conselhão reúne empresários, sindicalistas, pesquisadores, artistas e representantes de movimentos sociais, e atua como órgão de assessoramento presidencial para políticas públicas em diversas áreas.

*Sob supervisão de Daniel Costa

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