VÁRZEA GRANDE

“Eleitor Fake”

Falar que vai votar não significa voto na urna

Voto secreto garante expressão democrática do eleitor

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Política

Foto: Diego Herculano

Para muita gente, nem tudo na vida tem preço, e muita coisa tem valor, neste sentido, seguem as ações de muitos eleitores que nos últimos dias, receberam diversas visitas em suas regiões até mesmo nas residências, de vários candidatos apresentando suas propostas, mostrando projetos, falando que vão fazer até o Rio Cuiabá ficar límpido, puro e cristalino, só esqueceram de lembrar que os tempos mudaram e que o eleitorado é outro.

Hoje, as promessas infundadas caem no ridículo, por mais humilde que o eleitor (a) seja, o acesso as informações ficaram mais fáceis, praticamente instantâneas, na palma da mão com a tecnologia do aparelho Smartphone, mostrando dados de todas as formas, desde fatos verídicos até os populares “Fake News”, deixando o eleitor apto para analisar as condições de cada candidato.

Prometer e não cumprir, já ficou comprovado que o eleitor está farto, mesmo assim, ainda existem candidatos que insistem de várias formas, conseguir o voto do povo enganado a todo custo, possibilitando assim, a “Lei do Retorno”, já aquele que foi passado para trás, quando teve a promessa do asfalto, da escola, do posto de saúde, não esquece, pois ainda pisa na lama, os filhos têm andam por quilômetros para estudar, acesso à saúde ainda é para poucos, levando o eleitor, mesmo sendo beneficiado por instantes, falar que vai votar em A; B ou C, mas na realidade vota no M.

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“Ninguém quer comprar o bilhete do cinema e não assistir ao filme”.

A ação pode ser denominada de “Eleitor Fake”, mas quem não passou pelo “Candidatos Fake”? Uma hora a conta chega mesmo, na eleição passada por exemplo, quantos nomes considerados fortes, tiveram apenas a metade dos votos esperados, ou até mesmo só assumiram o mandato, porque foram arrastados pelo colega de legenda. De fato, se já aconteceu em uma vez, poderá acontecer novamente.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, existem aqueles candidatos mais realistas, que trabalham apenas com a margem dos 10%, sabendo que nem tudo está perdido, e com isso poderá ao menos garantir a sua passagem para a próxima legislatura.

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Mato Grosso é o terceiro Estado do país com menos pessoas em situação de extrema pobreza

O Estado subiu duas posições em 2021, quando comparado a 2020, e está atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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Foto: Jana Pessoa/Secom-MT

Mato Grosso subiu duas posições entre os Estados Brasileiros com menor número de pessoas vivendo na extrema pobreza – isto é, com renda diária abaixo de US$ 1,99 (ou pouco mais de R$ 10 no câmbio desta segunda-feira 05.12) -, ocupando atualmente o terceiro lugar, atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2020, o Estado ocupava a quinta colocação, atrás não só Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que mantiveram as primeiras posições, como de Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, que caíram, respectivamente, para a quinta e sétima posições.

Em relação à região Centro-Oeste, Mato Grosso também subiu duas posições. Enquanto em 2020, estava atrás de Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, em 2021 passou a ser o primeiro com menos pessoas em situação de extrema pobreza.  

Tanto as regiões Sul, em primeiro lugar, quanto a Centro-Oeste mantiveram suas posições em 2020 e 2021, assim como o Nordeste que continua em último lugar no ranking nacional. É também do Nordeste o estado brasileiro com maior percentual de pessoas extremamente pobres – Maranhão.

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Pelos critérios dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e recomendações do Banco Mundial, a pobreza extrema é caracterizada por uma renda familiar, per capita disponível, inferior a US$ 1,90 por dia, o equivalente a um rendimento médio mensal de R$ 168 por pessoa em 2021, na conversão pelo método Paridade por Poder de Compra (PPC).

Para o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, Virginia Mendes, Mato Grosso galgou estes dois degraus e atingiu tal patamar graças ao apoio a pessoas em situação de extrema pobreza.

“Estamos trabalhando para fazer ainda mais pelos que mais precisam e, por isso, nunca se investiu tanto no social como nesses últimos anos. Todos os programas Ser Família, liderados pela primeira-dama Virginia Mendes de forma voluntária, tiveram um cuidado especial de olhar com carinho para os mais vulneráveis, para garantir segurança alimentar e moradias dignas, além de investimentos em qualificação profissional, para melhorar a renda das famílias”, destacou Mauro Mendes, acrescentando que 19 mil pessoas foram qualificadas para o mercado de trabalho e outras 50 mil novas vagas foram contratadas pelo Estado para 2023.

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Segurança alimentar

Em quatro anos, pelo programa Ser Família Solidário, foram distribuídas mais de 1,3 milhão de cestas básicas, em parceria com prefeituras e instituições filantrópicas, para as famílias mais carentes. Esta ação possibilitou alimento na mesa nos períodos mais críticos da pandemia e do pós-pandemia.

Além disso, o Estado implantou o programa Ser Família Emergencial, que beneficiou 100 mil famílias com a entrega de cartões para compra de alimentos. São R$ 200 pagos a cada dois meses.

O governo ainda forneceu mais de 585 mil refeições pelo Restaurante Prato Popular, ao valor de R$ 1, e com marmitas às pessoas em situação de rua, em Cuiabá.

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