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Eduardo Botelho, líder nas pesquisas prega cautela no segundo turno

Mesmo pregando cautela, Botelho ressalta que sua campanha a cada dia ganha mais musculatura político-partidária

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Política

Líder nas pesquisas de sondagens de intenções de votos à prefeitura de Cuiabá, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), crê que haverá segundo turno nas eleições de outubro. Ao afirmar estar com os pés no chão quanto ao seu favoritismo, o parlamentar crê também, na probabilidade de possíveis concorrentes como o petista Lúdio Cabral, José Roberto Stopa (PV) e Abílio Brunini (PL), com tendência ao crescimento no período em que a corrida eleitoral estiver liberada.

Mesmo pregando cautela, Botelho ressalta que sua campanha a cada dia ganha mais musculatura político-partidária. Segundo ele, esse crescimento se dá também ao fato do governador Mauro Mendes (União Brasil) ter feito a escolha de estar ao seu lado. “O governador Mauro Mendes tem uma alta aprovação em Cuiabá. As pesquisas mostram que ele tem 80% de aprovação. É um grande reforço para a nossa campanha”, disse o parlamentar, que disputava internamente com seu companheiro de legenda, secretário da Casa Civil Fábio Garcia, que foi orientado a abrir mão de sua pré-candidatura ao Palácio Alencastro em defesa da unidade do grupo, liderado por Mauro Mendes, senador Jayme Campos e Júlio Campos.

Eduardo Botelho já antecipa a convocação de vários poderes, caso seja eleito em outubro, para ajudar a recuperar Cuiabá, hoje sob comando do prefeito Emanuel Pinheiro. “Vamos convocar todos para nos ajudar a recuperação de Cuiabá. Desde governo do Estado até mesmo à Câmara Municipal. Queremos mais uma junção em prol da cidade”, disse.

 

 

 

 

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Lula pede ao Conselhão estudo sobre fim da jornada 6×1 e redução da carga de trabalho

Presidente propõe ao Conselhão debater o fim da escala 6 dias de trabalho por 1 de folga e redução da jornada para melhorar qualidade de vida do trabalhador

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Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (Conselhão) que avalie formas de viabilizar a redução da jornada de trabalho no Brasil. A sugestão foi feita durante reunião realizada nessa quinta-feira (4/12). Ele defendeu, inclusive, o fim da chamada “jornada 6 por 1”, que prevê seis dias de trabalho por um de descanso.

“Por que então não reduziu a jornada de trabalho? Para que serviu todos esses avanços tecnológicos, então? O que é reduzir essa jornada, de 44 horas semanais para 40? Qual é o prejuízo que isso tem para o mundo? Nenhum”, argumentou.

Não colhem os benefícios

Lula criticou o fato de que, apesar da tecnologia ter elevado significativamente a produtividade, os trabalhadores não estariam colhendo os benefícios em termos de qualidade de vida. Ele relembrou sua época de sindicalista, quando a produção aumentava e a estrutura de trabalho era muito diferente.

Atualmente, tramita no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de acabar com a escala 6×1. Em sua fala, Lula sugeriu que o Conselhão estude “com muito carinho” essa possibilidade nas próximas reuniões.

Medidas mais eficazes contra o feminicídio

Além da jornada de trabalho, o presidente pediu ao órgão que proponha medidas mais eficazes de combate a crimes graves, como feminicídio e pedofilia, em referência a um caso recente em São Paulo, em que uma mulher teve as pernas mutiladas após ser atropelada e arrastada por um homem.

O Conselhão reúne empresários, sindicalistas, pesquisadores, artistas e representantes de movimentos sociais, e atua como órgão de assessoramento presidencial para políticas públicas em diversas áreas.

*Sob supervisão de Daniel Costa

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