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Chico 2000 confirma retorno das sessões itinerantes aos líderes comunitários

Walter Arruda, presidente da Femab-MT,  e Mauricio Pereira, presidente da Ucam, ficaram motivados ao receber a informação que o novo presidente do Legislativo da capital, em conjunto com a nova Mesa Diretora, irá retomar as sessões itinerantes nos bairros da Capital.

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FOTO: SECOM CÃMARA DE CUIABÁ

Representantes dos líderes comunitários de Cuiabá e Mato Grosso estiveram visitando a Câmara Municipal da capital nesta quinta-feira (19), para apresentar ao presidente Chico 2000 (PL) as principais demandas das instituições.

Walter Arruda, presidente da Femab-MT  e Mauricio Pereira, Presidente da Ucam, ficaram motivados ao receber a informação que o novo presidente, em conjunto com a nova Mesa Diretora, irá retomar as sessões itinerantes nos bairros da Capital.

“Chico 2000 já é um líder nato dos bairros, lembro-me da iniciativa dele enquanto vereador junto à comunidade do Praeiro, Praeirinho, Barbado e outras localidades. Então, ele já tem uma proximidade muito grande com às lideranças comunitárias”, enfatizou Walter presidente da Femab.

Já Mauricio, presidente da Ucam, ressaltou a importância das sessões itinerantes e o crescimento da população.

“Cuiabá tem crescido muito, não só em questão populacional e de novos bairros, cresce também novas necessidades como creches, escolas, praças, e as sessões itinerantes vão trazer muitas oportunidades para discutirmos essas pautas com a população. A cidade passa por uma evolução, e o Parlamento necessita atender a comunidade. A Câmara Municipal, através dos vereadores, é o nosso elo com o executivo”, explicou.

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O presidente Chico 2000 afirmou que um dos objetivos da gestão é fazer com que a população frequente a Câmara, e outro é ir até aos bairros. “Nós estamos de portas abertas para receber a população, e também estaremos nos bairros. Sem dúvidas, parte dessas indicações serão feitas pelos líderes comunitários”, pontuou Chico 2000.

Secom| Câmara de Cuiabá

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Trabalho do Governo de MT inspira novo ministro dos Transportes

Mato Grosso se tornou referência nacional ao propor o modelo inovador de transferência do controle da BR-163 da Rota do Oeste para o Governo do Estado, por meio da MT Participações e Projetos (MT Par), sociedade de economia mista.

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Divulgação: SECOM MT

A solução inovadora do Governo de Mato Grosso para resolver o entrave da concessão da BR-163, entre Cuiabá e Sinop, está servindo de inspiração para o Governo Federal. O ministro dos Transportes, Renan Filho, estuda utilizar a mesma fórmula adotada pelo Estado, por meio da MT Par, no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

O assunto é destaque no jornal Valor Econômico desta sexta-feira (27.01). A publicação aponta que “o governo federal começou a analisar algumas alternativas para destravar a relicitação de rodovias e aeroportos cujas concessões estão em processo de devolução ao poder público”.

“O repasse das concessões rodoviárias para o Dnit é inspirado no modelo adotado recentemente para a Rota do Oeste, trecho da BR-163 que estava sob administração da Odebrecht e que passou ao controle do governo de Mato Grosso, por meio da MT Participações e Projetos. A estatal assumiu todos os compromissos previstos no contrato original”, escreveu o repórter Murillo Camarotto.

Case de sucesso

Mato Grosso se tornou referência nacional ao propor o modelo inovador de transferência do controle da BR-163 da Rota do Oeste para o Governo do Estado, por meio da MT Participações e Projetos (MT Par), sociedade de economia mista.

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Dos mais de 800 km de rodovia que ligam Mato Grosso de Norte a Sul, a Concessionária Rota do Oeste, que detinha o controle da BR-163 desde 2013, se comprometeu em duplicar 450 km de estrada. No entanto, só entregou 120 km. A via passou, então, a ser conhecida como a “rodovia da morte”, em função do grande número de acidentes que acontecem diariamente no trecho.

A proposta recebeu aval do Tribunal de Contas da União (TCU) e aguarda acordo de renegociação das dívidas da concessionária junto às instituições financeiras para ser selado definitivamente pelo governo.

Confira a íntegra da reportagem do Valor Econômico.

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