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Campus da Unemat de Rondonópolis pode se chamar “Dom Juventino Kestering”

Ele nasceu em 1946, em Santa Catarina, sendo que aos 13 anos ingressou no seminário Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Tubarão (SC)

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) visitou as obras do campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Rondonópolis, na última sexta-feira (17), juntamente com a empresária do ramo imobiliário, Neusa Novais da Rocha – conhecida por Neuzinha, e a irmã Fátima Lima que é catequista franciscana. Na oportunidade, ele informou sobre o Projeto de Lei nº 496/2021 que propõe a inserção do nome de Dom Juventino Kestering à instituição pública de ensino.

“A irmã Fátima e a Neuzinha são duas grandes batalhadoras na realização de projetos sociais em benefício da igreja católica e da educação, fazendo um trabalho para fortalecer os estudos junto às escolas de caráter religioso. Em Mato Grosso, já são nove escolas. Estamos aqui, nas obras do futuro campus da Unemat, nosso projeto de lei é uma homenagem ao nosso saudoso, Dom Juventino, que foi nosso chefe da Igreja Católica, em Rondonópolis. Ele deixou um importante legado na região, com a evangelização e promoção de ações sociais”, diz o parlamentar.

Projeto – O deputado explica que o projeto de lei está em fase de tramitação, e já foi aprovado na Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). 

“Dom Juventino lutou pela educação junto com as escolas de cunho religioso, por mais de 20 anos. Infelizmente, ele faleceu este ano, devido as complicações da Covid-19 e, agora, estamos fazendo essa homenagem para que tenha o nome dele”, explica.

A irmã Fátima recebeu uma cópia da matéria das mãos do parlamentar. “Estamos muito gratas por essa homenagem e, assim dizer, que Dom Juventino é muito merecedor, pois ao chegar em Rondonópolis se colocou à serviço da vida, na educação e na fé. Não economizou sua vida. Em todos os momentos, ele se colocou nesse campo da missão da evangelização. Mas, também, ele se dedicou para todos e para a nossa juventude com tanto carinho. Então, ele tinha como dever, lutar pela educação. Ele se eternizará no chão de Rondonópolis”, declarou a catequista.   

Neuzinha agradeceu ao deputado pela iniciativa e aos integrantes da Comissão de Educação da Casa de Leis por reconhecerem a importância da denominação de Dom Juventino ao futuro campus da Unemat. “Eu tenho certeza que muitos deputados conheceam a atuação de Dom Juventino. Tenho certeza que será aprovado esse projeto. E Dom Juventino conduziu com muita eficiência os trabalhos. Só temos que agradecer ao deputado de eternizar o nome dele no campus da Unemat”, frisou a empresária.

 Dom Juventino – Ele nasceu em 1946, em Santa Catarina, sendo que aos 13 anos ingressou no seminário Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Tubarão (SC). Já em 1997, o padre foi nomeado como bispo diocesano de Rondonópolis pelo Papa João Paulo II, sendo que no ano seguinte tomou posse na Diocese do município. Em março deste ano, aos 74 anos, o bispo não resistiu as complicações da Covid-19.

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Governo cria grupo para analisar adição de biodiesel ao óleo diesel

Representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que cria grupo de trabalho para analisar a adição de biodiesel ao óleo diesel B, vendido ao consumidor final. O despacho foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União.

O grupo deverá propor critérios para a previsibilidade do teor mínimo obrigatório de biodiesel no óleo diesel. O relatório final deverá ser entregue ao CNPE em 30 dias, podendo ser prorrogado. A medida visa a proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta e garantir o suprimento de combustíveis em todo o território nacional.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que a criação do grupo tem três motivações principais. A primeira é subsidiar o CNPE, em caso de necessidade, na definição do teor de biodiesel adicionado ao diesel, por meio do estabelecimento de uma metodologia robusta e com critérios objetivos. Além disso, o tema poderá ser tratado por meio de grupo multidisciplinar, incluindo todas as áreas do governo afetas ao Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Por fim, dar previsibilidade do teor de biodiesel ao setor produtivo e à sociedade.

O grupo será composto por representantes do Ministério de Minas e Energia, que o coordenará, dos ministérios da Economia, Infraestrutura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Casa Civil da Presidência da República, além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética.

Para subsidiar a elaboração da política pública, a resolução também determina que a ANP avalie e informe ao CNPE, no prazo máximo de 30 dias, se há alguma limitação, com a devida comprovação técnica, para a utilização do óleo diesel B até o teor de 15% de biodiesel em todos os seus usos, com relação aos aspectos de qualidade e logística,

Criado em 2004, o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel tem por objetivo implementar, de forma sustentável, a produção e o uso do combustível, visando ao desenvolvimento regional, à inclusão da agricultura familiar na cadeia produtiva e à redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. O programa se estrutura, entre outros aspectos, na mistura compulsória de biodiesel ao óleo diesel destinado ao consumidor final.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Política Nacional

 

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