VÁRZEA GRANDE
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

o processo de defesa já está em andamento

Botelho descarta mudanças na Mesa Diretora e confirma defesa no STF para manter eleição de agosto

A Procuradoria da Casa já foi notificada sobre o processo que questiona a eleição da Mesa Diretora, realizada em agosto deste ano

Publicado em

Política

Foto: ALMT/ Vanderson Ferraz

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (União), declarou nesta quarta-feira (6) que a Procuradoria da Casa já foi notificada sobre o processo que questiona a eleição da Mesa Diretora, realizada em agosto deste ano, e está preparando uma defesa para manter os resultados do pleito. A eleição, que ocorreu cinco meses antes da posse dos novos membros da Mesa, está sendo analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devido a uma alegada irregularidade.

Botelho diz que, caso o STF determine a anulação da eleição e a realização de um novo pleito, a mesma chapa, liderada pelos deputados Max Russi (PSB) e Dr. João (MDB), será mantida, afastando especulações de que ele próprio poderia concorrer ao cargo de primeiro-secretário no lugar de Dr. João. “Vamos encaminhar para o STF, vamos encaminhar uma defesa, já conversamos com a Procuradoria defendendo a manutenção”, disse Botelho ressaltando que o processo de defesa já está em andamento.

O presidente também destacou que, até o momento, o STF não concedeu nenhuma liminar que suspenda os efeitos da eleição, o que, segundo ele, sugere que o tribunal pode manter o resultado. “Acredito que vai ser mantido, tanto que o ministro não deu liminar, não deu nenhum provimento liminar”, afirmou. Botelho ainda apontou que outras assembleias estaduais passaram por processos semelhantes, sugerindo que a prática pode ser considerada regular.

Em relação a uma possível nova votação, Botelho garantiu que, se o STF determinar a necessidade de refazer a eleição, a composição da chapa não será alterada. “Se o Supremo decidir que tem que ser feita outra eleição, nós vamos fazer outra. Acredito que será mantida a mesma chapa que está aí”, afirmou, afastando qualquer possibilidade de “disputa interna” pelo cargo de primeiro-secretário. “Eu ajudei a construir [a chapa], não vou entrar para participar”, concluiu Botelho.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Lula pede ao Conselhão estudo sobre fim da jornada 6×1 e redução da carga de trabalho

Presidente propõe ao Conselhão debater o fim da escala 6 dias de trabalho por 1 de folga e redução da jornada para melhorar qualidade de vida do trabalhador

Publicados

em

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (Conselhão) que avalie formas de viabilizar a redução da jornada de trabalho no Brasil. A sugestão foi feita durante reunião realizada nessa quinta-feira (4/12). Ele defendeu, inclusive, o fim da chamada “jornada 6 por 1”, que prevê seis dias de trabalho por um de descanso.

“Por que então não reduziu a jornada de trabalho? Para que serviu todos esses avanços tecnológicos, então? O que é reduzir essa jornada, de 44 horas semanais para 40? Qual é o prejuízo que isso tem para o mundo? Nenhum”, argumentou.

Não colhem os benefícios

Lula criticou o fato de que, apesar da tecnologia ter elevado significativamente a produtividade, os trabalhadores não estariam colhendo os benefícios em termos de qualidade de vida. Ele relembrou sua época de sindicalista, quando a produção aumentava e a estrutura de trabalho era muito diferente.

Atualmente, tramita no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de acabar com a escala 6×1. Em sua fala, Lula sugeriu que o Conselhão estude “com muito carinho” essa possibilidade nas próximas reuniões.

Medidas mais eficazes contra o feminicídio

Além da jornada de trabalho, o presidente pediu ao órgão que proponha medidas mais eficazes de combate a crimes graves, como feminicídio e pedofilia, em referência a um caso recente em São Paulo, em que uma mulher teve as pernas mutiladas após ser atropelada e arrastada por um homem.

O Conselhão reúne empresários, sindicalistas, pesquisadores, artistas e representantes de movimentos sociais, e atua como órgão de assessoramento presidencial para políticas públicas em diversas áreas.

*Sob supervisão de Daniel Costa

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

CIDADES

MAIS LIDAS DA SEMANA