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Bolsonaro participa de encerramento de cursos da Polícia Federal

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Da Redação

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (8) da solenidade de encerramento dos cursos de formação profissional para os cargos de agente, escrivão e papiloscopista de Polícia Federal (PF). O evento aconteceu na Academia Nacional de Polícia, em Brasília.

Bolsonaro agradeceu novamente os policiais federais que o acompanharam durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG), quando levou uma facada no abdômen, em 6 de setembro de 2018. Além disso, o presidente elogiou o trabalho da corporação no combate à corrupção.

“Um dos efeitos do profícuo trabalho de vocês foi a mudança do status quo da política brasileira. Vocês ajudaram a mudar paradigmas, a mostrar para todos no Brasil que nós temos como ser um país melhor e diferente”, disse aos formandos. “Eu sou a prova viva do trabalho de vocês”, completou.

De acordo com o presidente, ele também “não tem dado motivo” para a Polícia Federal ir atrás dos seus ministros de Estado. “Eu tenho colaborado com a Polícia Federal ajudando bastante, escolhendo ministros, não por critério político ou por apadrinhamentos, mas por critério de competência”, disse.

Durante seu discurso, Bolsonaro destacou ainda que um novo edital está sendo construído para recompor o efetivo da PF. Segundo ele, serão 2 mil vagas para o concurso que deve ser realizado no ano que vem.

Ainda na manhã desta quinta-feira, Bolsonaro coordena, no Palácio do Planalto, a 37ª Reunião do Conselho de Governo. Periodicamente, o alto escalão se reúne para avaliar as ações desenvolvidas e discutir as prioridades da agenda do governo federal.

No início da tarde, Bolsonaro viaja para Breves, município localizado na Ilha de Marajó, no Pará. Amanhã (9), o presidente visitará uma agência-barco da Caixa Econômica Federal e participará da cerimônia de apresentação do programa Abrace o Marajó e de iniciativas do governo federal e da Caixa.

 

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política Nacional

 

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Governo mantém regras excepcionais no setor de energia elétrica

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Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) do governo federal se reuniu nesta sexta-feira (15) e avaliou que as medidas excepcionais que vem sendo adotadas para evitar racionamento seguem sendo necessárias para os próximos meses. Ontem (14), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que iria determinar ao Ministério de Minas e Energia (MME) a redução da bandeira tarifária de escassez hídrica, patamar mais alto de cobrança extra na conta de luz..

“Conforme registrado aos membros da Creg, os resultados apresentados evidenciam a assertividade das prospecções realizadas, bem como a importância das medidas excepcionais em curso, apesar dos custos associados, fruto dos esforços empreendidos especialmente com vistas ao aumento das disponibilidades energéticas e das relevantes flexibilizações hidráulicas em usinas hidrelétricas”, informou o ministério em nota.

Instituída em junho deste ano por medida provisória, a Creg é composta pelos ministérios de Minas e Energia; da Economia; da Infraestrutura; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Meio Ambiente; e do Desenvolvimento Regional. A principal atribuição do colegiado é adotar medidas emergenciais e para garantir a continuidade e a segurança do suprimento de energia elétrica no país. 

Durante a reunião, foi apontado o aumento das chuvas no país, especialmente na Região Sul, característica que aponta, de acordo com a pasta, para a transição ao período tipicamente úmido. Além disso, há expectativa de ocorrência de chuvas em maiores volumes nas regiões Sudeste/Centro-Oeste no curto prazo.

No entanto, segundo o governo, apesar do aumento das chuvas, “a situação ainda requer atenção, fato também impactado pelas atuais condições do solo, bastante seco, e, portanto, maiores dificuldades de transformação das chuvas em vazões, ou seja, em volumes significativos de água que chegam nos reservatórios do país”.

A Creg decidiu, diante dos resultados apresentados, manter as flexibilizações hidráulicas nas usinas hidrelétricas Jupiá e Porto Primavera no próximo período úmido, entre os meses de novembro/2021 e fevereiro/2022, acatando encaminhamentos sugeridos do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Essas medidas servem para reduzir a vazão dos reservatórios das usinas para evitar seu rebaixamento. 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

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