VÁRZEA GRANDE

“Última Oportunidade”

Arrastões, visitas, entrevistas, debates marcam o último dia de campanha eleitoral

É a hora de confirmar e reafirmar os compromissos dos candidatos com os eleitores, se não for até hoje, amanhã poderá ser tarde demais.

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Política

Foto: Mayke Toscano

Para quem fez “o dever de casa”, segue o fluxo que vai bem. Já aqueles que estão “por um triz”, restam poucas horas, e aqueles que “não emplacaram, nem decolaram”, o momento é rever as ações e preparar novas estratégias para as próximas eleições.

Hoje, é o último dia para realização de atividades dos candidatos que disputam este pleito eleitoral, um verdadeiro “intensivão” das ações, são candidatos tentando de tudo e mais um pouco, para conquistar os votos dos indecisos ou reverter as intenções do eleitor, que já tinha decidido em quem votar.

De acordo com informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e segundo o “Aracuã do Pantanal”, nem toda calmaria parece ser o que é, em muitos casos, tem mais olhos atentos de sentinelas do que imaginam, doidos para flagrar qualquer que seja um ato de irregularidade, desta forma, todo cuidado é pouco.

Nas últimas horas restantes, podem acontecer muitas coisas que dependendo da situação, mudarão o cenário da corrida eleitoral, operações da Polícia por exemplo, que está acontecendo por vários motivos, desde a procura pelos fabricantes de “Fakes News”, até suspeitas de compras de votos.

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É correto afirmar a delicadeza do momento, principalmente para aqueles que ainda possuem chance de ganhar, os candidatos que sempre apareceram “batendo na trave” nas pesquisas, marcando pouca diferença de votos entre assumir o mantato ou sair derrotado.

Ajoelhar e rezar ajuda, faz parte, prometer mais que deve é uma prática comum, boca de urna, “nunca vi, nem ouvi, só ouço falar”, é uma frase mais utilizada neste momento. As ações de última hora são realizadas, vale a pena? O resultado é só no domingo depois das 19hs, sem falar das investigações que poderão interceder no futuro daqueles que dependendo da situação podem até ganhar, mas correm o risco de não levar.

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Política

Mato Grosso é o terceiro Estado do país com menos pessoas em situação de extrema pobreza

O Estado subiu duas posições em 2021, quando comparado a 2020, e está atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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Foto: Jana Pessoa/Secom-MT

Mato Grosso subiu duas posições entre os Estados Brasileiros com menor número de pessoas vivendo na extrema pobreza – isto é, com renda diária abaixo de US$ 1,99 (ou pouco mais de R$ 10 no câmbio desta segunda-feira 05.12) -, ocupando atualmente o terceiro lugar, atrás apenas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2020, o Estado ocupava a quinta colocação, atrás não só Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que mantiveram as primeiras posições, como de Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, que caíram, respectivamente, para a quinta e sétima posições.

Em relação à região Centro-Oeste, Mato Grosso também subiu duas posições. Enquanto em 2020, estava atrás de Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, em 2021 passou a ser o primeiro com menos pessoas em situação de extrema pobreza.  

Tanto as regiões Sul, em primeiro lugar, quanto a Centro-Oeste mantiveram suas posições em 2020 e 2021, assim como o Nordeste que continua em último lugar no ranking nacional. É também do Nordeste o estado brasileiro com maior percentual de pessoas extremamente pobres – Maranhão.

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Pelos critérios dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e recomendações do Banco Mundial, a pobreza extrema é caracterizada por uma renda familiar, per capita disponível, inferior a US$ 1,90 por dia, o equivalente a um rendimento médio mensal de R$ 168 por pessoa em 2021, na conversão pelo método Paridade por Poder de Compra (PPC).

Para o governador Mauro Mendes e a primeira-dama, Virginia Mendes, Mato Grosso galgou estes dois degraus e atingiu tal patamar graças ao apoio a pessoas em situação de extrema pobreza.

“Estamos trabalhando para fazer ainda mais pelos que mais precisam e, por isso, nunca se investiu tanto no social como nesses últimos anos. Todos os programas Ser Família, liderados pela primeira-dama Virginia Mendes de forma voluntária, tiveram um cuidado especial de olhar com carinho para os mais vulneráveis, para garantir segurança alimentar e moradias dignas, além de investimentos em qualificação profissional, para melhorar a renda das famílias”, destacou Mauro Mendes, acrescentando que 19 mil pessoas foram qualificadas para o mercado de trabalho e outras 50 mil novas vagas foram contratadas pelo Estado para 2023.

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Segurança alimentar

Em quatro anos, pelo programa Ser Família Solidário, foram distribuídas mais de 1,3 milhão de cestas básicas, em parceria com prefeituras e instituições filantrópicas, para as famílias mais carentes. Esta ação possibilitou alimento na mesa nos períodos mais críticos da pandemia e do pós-pandemia.

Além disso, o Estado implantou o programa Ser Família Emergencial, que beneficiou 100 mil famílias com a entrega de cartões para compra de alimentos. São R$ 200 pagos a cada dois meses.

O governo ainda forneceu mais de 585 mil refeições pelo Restaurante Prato Popular, ao valor de R$ 1, e com marmitas às pessoas em situação de rua, em Cuiabá.

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