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Policia Militar de Sinop apreende caminhonete roubada em Curitiba

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Um homem foi preso por crime de receptação; o veículo apreendido está avaliado em mais de R$ 100 mil.

Da Redação

 

Policiais do Grupo de Apoio (GAP) do 11º Batalhão de Polícia Militar (3ºComando Regional) prenderam na tarde desta quinta-feira (04.05), o suspeito E.C.T., 34 anos, por receptação de carro roubado. A prisão ocorreu em Sinop, na avenida Sibipirunas, no bairro Jardim Jacarandás.

Os militares foram acionados pelo representante de uma empresa de rastreamento de veículos furtados e roubados, indicando o local onde estaria uma caminhonete roubada dias atrás na cidade de Curitiba, capital do Paraná.

Diante das informações, a equipe policial se deslocou até o endereço indicado e encontrou no interior de uma residência uma caminhonete modelo Hillux, cor prata. No momento da apreensão, o veículo já estava com outra placa e numeração de chassi diferente.

Durante a checagem do veículo o suspeito que foi detido alegou que comprou o veículo no Estado do Paraná e o levou para Sinop. Preso em flagrante por receptação, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia juntamente com a caminhonete.

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Fonte: PM-MT

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Operação cumpre mandados de buscas em Cuiabá contra advogada

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta sexta-feira (03.02), a Operação “Aparício” para cumprimento de mandados de busca e apreensão contra quatro pessoas investigadas pelo crime de tráfico de influência. Equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) cumprem os mandados em quatro endereços na Capital.

A vítima foi extorquida a pagar valores em dinheiro, além de ter bens subtraídos, a pretexto de que a advogada conseguiria liberar um celular dela, apreendido em uma operação realizada em setembro de 2022 pela Polícia Civil para apurar furtos de cargas de grãos em Mato Grosso. Na ocasião, o esposo da vítima foi preso na Operação Safra 2 e um celular dela  apreendido durante as buscas.

São alvos da operação da GCCO uma advogada, seu irmão que atua como estagiário e mais duas pessoas que os auxiliaram nos crimes. Uma delas era amiga da família e apresentou à vítima, a advogada.

FOTO: PJC-MT

Fatos

Um amigo da família da vítima indicou uma advogada para dar assistência na requisição de reaver o celular apreendido. A vítima aceitou o auxílio jurídico e a advogada na companhia de seu irmão, passaram a exigir R$ 45 mil, a pretexto de influenciar em ato do delegado responsável pela operação, a fim de conseguirem a liberação dos aparelhos celulares apreendidos.

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O grupo composto pelos quatro investigados, inclusive a advogada, levaram a vítima até sua residência, de onde subtraíram suas joias, um videogame modelo Playstation e um cartão de crédito, de onde foi debitado o valor de R$ 10 mil.

O irmão da advogada disse à vítima, por telefone, que já havia um mandado de prisão expedido contra ela. A extorsão continuou no dia seguinte, quando ela foi obrigada a transferir mais valores para completar a quantia de 45 mil reais.

O grupo ainda constrangeu a vítima com ameaças, dizendo que ela poderia ser presa a qualquer momento, e a obrigou, junto com o filho menor de idade, a passar a noite dia 26 de setembro, em um hotel na região da rodoviária, em Cuiabá. Como a vítima não tinha o valor exigido, pediu ajuda a familiares do marido, que conseguiram transferir a ela R$ 35 mil, que foram destinados diretamente à conta da advogada e seu irmão. Porém, a vítima continuou sendo extorquida, sendo levada junto com o filho a uma casa precária, onde permaneceram trancados.

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Na tentativa de sair da casa, a vítima ligou para o amigo da família que a apresentou a advogada, e pediu ajuda, sendo depois levada a um outro hotel de Cuiabá.

Além dos R$ 45 mil exigidos pelos investigados, a vítima foi coagida a transferir seu veículo Toyota Yaris, também apreendido na operação policial, com o pretexto de que o carro era o pagamento dos honorários advocatícios durante o acompanhamento do marido dela, em interrogatório na GCCO.

Foto: PJC-MT

Investigação

O inquérito policial instaurado para apurar o crime de tráfico de influência comprovou que a advogada e seus comparsas estiveram na residência da vítima nas datas relatadas por ela, além da permanência nos hotéis citados por ela. Imagens de câmeras de segurança mostraram os investigados nos locais com a vítima e seu filho.

Outros depoimentos colhidos pela GCCO e documentos reunidos corroboraram as informações passadas pela vítima.

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