VÁRZEA GRANDE

"Rotina"

Polícia Civil prende em flagrante autor de furto em loja com 28 passagens criminais

O suspeito, de 30 anos, possui 28 passagens criminais e nove condenações, e foi colocado em liberdade no último domingo (25.09), porém retornou a prática de crimes. 

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Foto: PJC-MT

Um homem com diversas passagens criminais, identificado como o autor de um furto qualificado ocorrido em uma loja na região central de Várzea Grande, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na tarde da última sexta-feira (30.09), em ação realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG). 

O suspeito, de 30 anos, possui 28 passagens criminais e nove condenações, e foi colocado em liberdade no último domingo (25.09), porém retornou a prática de crimes. 

Na ocasião do crime, o suspeito chegou à loja a pé, mas entrou pela porta do estacionamento, acesso específico para clientes que chegam ao estabelecimento com veículos. Em seguida, ele se dirigiu para a seção masculina, se passando por cliente, pegou três peças de roupa, foi até o provador e tirou os dispositivos antifurto. 

O suspeito vestiu as roupas da loja e as próprias vestimentas por cima, em seguida saiu do estabelecimento rapidamente, entrando em outro comércio da região. Assim que o fato foi percebido, a equipe da Derf-VG foi acionada e conseguiu realizar a prisão do suspeito, que foi conduzido à Delegacia, onde foi lavrado o flagrante de furto qualificado. 

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Segundo a delegada da Derf-VG, Elaine Fernandes de Souza, mesmo saindo da prisão recentemente, o suspeito retornou a atuação em crimes, trazendo prejuízos para logistas da região. “Mesmo com a recuperação das peças furtadas, as roupas não poderiam ser mais comercializadas pela loja, uma vez que foram danificadas, no momento em que o suspeito retirou os dispositivos antifurto”, disse a delegada.

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Polícia Civil faz novas diligências para identificar local onde vítimas do Maranhão foram executadas

Oito pessoas identificadas pela DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte dos quatro rapazes foram presas durante a operação

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Foto: PJC-MT

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá realizou novas diligências a fim de identificar o possível local para onde quatro vítimas, oriundas do Maranhão, foram levadas, torturadas e executadas por ordem de uma facção criminosa.

Equipes da DHPP e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com apoio do Corpo de Bombeiros, foram a uma casa no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá, onde foram realizadas perícias. O imóvel está abandonado e apresenta prováveis vestígios de que pessoas tenham sido executadas no local. Peritos da Politec fizeram aplicação do reagente luminol para detectar se há presença de sangue humano e a DHPP aguardará o resultado do exame.

Foto: Polícia Civil-MT

As diligências dão sequência à Operação Kalypto, deflagrada pela DHPP no dia 24 de janeiro para cumprir 18 ordens judiciais de prisão temporária e de buscas e apreensões contra integrantes de uma facção que sequestraram, mutilaram, assassinaram e depois sumiram com os corpos de quatro rapazes, há quase dois anos.

Oito pessoas identificadas pela investigação da DHPP com envolvimento no desaparecimento e morte das vítimas foram presas durante a Operação Kaypto.

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Foto: Polícia Civil-MT

Tribunal do crime

As mortes de Tiago Araújo, 32 anos, Paulo Weverton Abreu da Costa, 23 anos, Geraldo Rodrigues da Silva, 20 anos e Clemilton Barros Paixão, 20 anos, foram ordenadas por uma facção, que determinou um ‘tribunal do crime’ porque julgou que as vítimas pertenciam a outro grupo rival e, desta forma, resolveram assassinar os rapazes – dois irmãos, um cunhado e um amigo, que desapareceram das respectivas residências, no Jardim Renascer, no dia 02 de maio de 2021.

A investigação, coordenada pelo delegado Caio Fernando Albuquerque, da DHPP de Cuiabá, reuniu diversas informações coletadas durante inúmeras diligências realizadas na Capital e também no estado do Maranhão, que levaram à identificação dos envolvidos na execução dos quatro rapazes.

Além de condenar as quatro vítimas a um tribunal da facção, os integrantes da organização criminosa também coagiram familiares das vítimas, que foram obrigados a ir embora de Cuiabá porque receberam ameaças de morte.

A investigação apurou que as vítimas foram cruelmente mortas – sofreram decapitação, amputação dos dedos e uma delas foi atingida por um disparo no peito. Outras duas foram mortas com disparos na nuca.

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Foto: PJC-MT

Ameaças e coação

As vítimas vieram do Maranhão para Mato Grosso em busca de trabalho devido à escassez de oportunidades no estado nordestino. Em Cuiabá, conseguiram trabalho com salário e podiam suprir as despesas de alimentação e moradia.

Além de matar as quatro vítimas, nas semanas seguintes os criminosos não hesitaram em determinar o regresso dos familiares de Tiago, Geraldo e Clemilton ao estado de origem. O delegado Caio Fernando faz uma observação sobre a situação causada às famílias: “Esses familiares que aqui também conseguiram emprego e sustento, sem culpa alguma, foram literalmente ‘tocados’ de Cuiabá da noite para o dia, sem que ao menos pudessem organizar seu retorno”.

Em diligências no Maranhão, a equipe da DHPP constatou que os parentes das vítimas se encontravam em situação de extrema vulnerabilidade econômica e lamentando que foram obrigados a retornar de Cuiabá para não ter o mesmo destino dos familiares mortos.

Fonte: PJC-MT

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