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Polícia Civil fecha desmanche de caminhões na região do Pedra 90

O suspeito foi conduzido à DERFVA onde após ser interrogado pelo delegado Edson Arthur Teixeira Peixoto

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Polícia

Foto: PJC-MT

Um desmanche de grande porte localizado na região do Pedra 90 foi fechado pela Polícia Civil, na terça-feira (22.05), durante investigação realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA). A ação resultou na apreensão de uma carreta com sinais de adulteração, além de diversas peças de caminhões usadas, algumas delas já embaladas para comercialização.

O proprietário do estabelecimento, de 41 anos, foi preso em flagrante pelos crimes de receptação e adulteração de sinal de veículo.

As diligências iniciaram após denúncia sobre um possível desmanche que funcionava em um galpão no bairro Nova Esperança (região do Pedra 90). Em checagem das informações recebidas, os policiais da DERFVA constataram a veracidade dos fatos, encontrando um galpão de grande porte com diversos caminhões sem peças.

Diante das evidências, os policiais realizaram a abordagem no local sendo recebidos pelo proprietário da oficina. Foi acionada a equipe da Politec que de imediato constatou um veículo com chassi adulterado produto de roubo/furto ocorrido no estado do Pará. Questionado, o dono do desmanche disse que pagou R$ 70 mil pelo veículo e retiraria as peças do veículo para revender.

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Durante diligências no local, foi possível perceber que o suspeito revendia diversas peças usadas, sendo inclusive apreendidas diversas peças de caminhões embaladas e prontas para comercialização, além de inúmeras peças que estavam espalhadas pelo galpão, possivelmente de outros veículos desmanchados no estabelecimento.

Os trabalhos resultaram na apreensão de uma carreta adulterada, diversos módulos de carreta, que não foi constatada a origem ilícita, e que serão encaminhados para perícia. Entre as peças apreendidas estão 20 câmbios, um bloco de motor, dois virabrequins, cinco rodas, um cabeçote, um rolo de papel filme utilizado para embalar os produtos usados.

O suspeito foi conduzido à DERFVA onde após ser interrogado pelo delegado Edson Arthur Teixeira Peixoto, foi autuado em flagrante por receptação e adulteração de sinal de veículo automotor, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Segundo autor de homicídio em penitenciária é condenado a 26 anos de prisão

O homicídio investigado pela DHPP ocorreu em 02 de agosto do ano passado e vitimou César Pereira dos Santos, de 27 anos.

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Foto: PJC-MT

O segundo custodiado da penitenciária de Várzea Grande e autor do homicídio de um companheiro de cela foi condenado pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Várzea Grande, a 26 anos de reclusão. Adriano Baccarin passou por júri popular na semana passada.

Adriano Baccarin e Lucas Reis Gramkov foram indiciados pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e denunciados pelo MP-MT pelos crimes de homicídio qualificado, fraude processual e integração de organização criminosa.

O homicídio investigado pela DHPP ocorreu em 02 de agosto do ano passado e vitimou César Pereira dos Santos, de 27 anos. Ele dividia um cubículo na Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas com outros dois presos e foi encontrado morto, em situação inicialmente tratada como suicídio.

A equipe da DHPP encontrou a vítima enforcada em uma grade da cela, com um fio enrolado ao pescoço. Nos exames periciais realizados com os dois reeducandos que dividiam a cela com César e no local foram encontrados indícios incompatíveis com suicídio da vítima, confirmando o homicídio.

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A perícia da Politec apontou que a morte de César resultou de um mecanismo misto – asfixia mecânica, pela compressão dos vasos do pescoço e compressão dos nervos do pescoço. O corpo apresentava lesões produzidas por ação contundente nos membros superiores e inferiores, inclusive nas mãos, compatível com lesões de defesa da vítima.

A investigação conduzida pelo delegado Caio Fernando Albuquerque concluiu que houve fraude processual com a tentativa dos dois presos em simular o suicídio na tentativa de ofuscar o homicídio cometido. Imagens de um dos autores do homicídio mostram as marcas de lesões nas mãos deixadas pela corda usada para enforcar a vítima.

“Em relação à motivação, os indícios coletados apontam que ambos agiram da mesma forma que os integrantes de facções como forma de emplacar a sensação de justiça privada, o autointitulado tribunal do crime, não possibilitando à vítima qualquer chance de defesa e cometendo o crime por meio cruel e motivo torpe”, explicou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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